sexta-feira, 11 de novembro de 2016

EDUARDO DAS NEVES - 97 ANOS DE SAUDADE




Há 97 anos, em 11 de novembro de 1919, falecia o cantor e compositor EDUARDO DAS NEVES.
Eduardo também era palhaço, violonista e letrista.

Nasceu no Rio de Janeiro em 1874, no bairro de São Cristóvão.


Trabalhou como guarda-freios da Estrada de Ferro Central do Brasil. Demitido, passou a ser soldado do Corpo de Bombeiros, de onde também foi expulso por frequentar as rodas boêmias com a farda da corporação.


Em 1895, aos 21 anos de idade, iniciou sua carreira artística, se tornando palhaço, violonista e cantor nos circos da cidade, como o Circo pavilhão Internacional (no Parque Rio Branco) e Teatro-Circo François. 

Era conhecido por "Palhaço Negro", Crioulo Dudu" ou "Dudu das Neves", entre outros apelidos. Simpático e carismático, Eduardo também se apresentava em cafés concertos, cantando modinhas, lundus e cançonetas, onde se acompanhava ao violão.

Em 1900, a Livraria Quaresma publicou sua primeira coletânea de versos, provavelmente de seu repertório, intitulada O cantor de Modinhas. Em 1902, essa mesma editora lançou o livro O trovador da malandragem, que fez sucesso por décadas.


Em 1902 compôs a marcha A Conquista do Ar - Santos Dumont, onde homenageava o piloto brasileiro que, um ano antes, havia ganho em Paris o Prêmio Deutsh, por contornar a Torre Eiffel em um dirigível, sendo reconhecido internacionalmente como o maior aeronauta do mundo e inventor do dirigível. Os versos de Eduardo das Neves tornaram-se célebres no Brasil inteiro:

"A Europa curvou-se ante o Brasil
E clamou parabéns em meio tom.
Brilhou, lá no céu, mais uma estrela
Apareceu Santos Dumont".

Ainda em 1903, a marcha foi lançada, pelo cantor Bahiano, em discos Zon-O-Phone.
Ainda receberia umas seis regravações durante a década de 1900.

Eduardo das Neves ainda organizou a serenata em homenagem a Santos Dumont, que foi realizada em 07 de setembro de 1903, um evento de grande importância nos primórdios da MPB. 
Para essa homenagem, ele reuniu alguns dos melhores chorões da época: Quincas Laranjeiras, Sátiro Bilhar, Mário Cavaquinho, Chico Borges, entre outros. 

Novamente, a Livraria Quaresma publicou, em 1905, mais um livro de Eduardo, intitulado Mistérios do Violão. No prefácio, ele escreveu algumas palavras revoltado com as suposições de que ele não era o autor de suas obras: "Porque duvidais, isto é, não acreditais quando aparece qualquer choro, qualquer composição minha que cai no gosto do público e é decorada, repetida por toda a gente e em toda parte, desde nobres salões até pelas esquinas nas horas mortas da noite?" 

Em 1907, começou a gravar seus discos na Casa Edison, onde logo se tornou um dos mais célebres cantores brasileiros. Em várias de suas músicas havia o retrato do cotidiano da cidade, O aumento das passagens, O bombardeio, A Guerra de Canudos, O Aquidaban, O Minas Gerais...

Aliás, essa última composição, O Minas Gerais, foi composta em homenagem ao encouraçado (navio de guerra) Minas Gerais, nau capitânia da Marinha de Guerra do Brasil. Ele se inspirou na melodia da canção napolitana  Vieni sul mar. A música, gravada por ele em 1912, fez muito sucesso. Com o tempo, as pessoas esqueceram que era uma homenagem a um navio e associaram-na ao Estado de Minas Gerais. A nova "homenagem" pegou e até hoje é cantada (e adaptada) em referência ao querido Estado brasileiro.

Eduardo das Neves foi o segundo cantor (o primeiro foi Bahiano) a gravar composições de José Barbosa da Silva, o Sinhô, quando este iniciava sua carreira. Ele registrou os sambas Confessa meu bemDeixe desses costumes e Só por amizade; este, sua última gravação, realizada em 10 de abril de 1919.

Na madrugada de 11 de novembro de 1919, uma terça-feira, na casa de seu filho Cândido das Neves (que era tipógrafo e trabalhava na Estrada de Ferro Central do Brasil)), cercado deste e de sua esposa, na Rua do Senado nº14, Rio de Janeiro, ele falecia. Estava muito pobre.

Segundo o jornal Correio da Manhã, ele fora vítima de um "ataque de gripe", e provavelmente tenha ocorrido depois de uma apresentação, segundo a pesquisadora Martha Abreu. O jornal O Paiz, já indicava que ele fora vítima de uma enfermidade do coração (também segundo o jornal, "adquirida na vida irregular que era obrigado a fazer").
Nessa época, ele voltava a trabalhar no Pavilhão Fluminense, onde estava contratado.

Deixava quatro filhos, dos quais, consegui identificar somente Cândido, Iracema e Laurinda.

Seu filho, Cândido das Neves, seria um de nossos maiores compositores, se destacando nos anos 20 e 30, usando também o pseudônimo de Índio, ou Índio das Neves.





Algumas gravações de Eduardo das Neves


Bolimbolacho
Lundu
Acompanhamento de Violão
Disco Odeon Record 108.072, matriz XR-605
Gravado e lançado em 1907




Marocas
Lundu
Disco Odeon Record 108.073
Gravado e lançado em 1907




Yayazinha (Eu tenho uma)
Lundu alegre
Disco Odeon Record 108.074, matriz XR-607
Gravado e lançado em 1907




Isto é Bom
Lundu de Xisto Bahia
Acompanhamento de violão
Disco Odeon Record 108.076, matriz XR-607
Lançado em 1907




Gargalhada (Pega na chaleira)
Cançoneta
Acompanhamento de violão
Disco Odeon Record 108.077, matriz XR-610
Gravado e lançado em 1907




A Sombra da Tarde
Modinha
Acompanhamento de violão
Disco Odeon Record 108.121
Lançado em 1910




Aninha Faceira
Lundu
Disco Odeon Record 108.675, matriz XR-1318
Gravado e lançado em 1912




O Bem Te Vi
Canção lundu de Casemiro Rocha
Acompanhamento de violão
Disco Odeon Record 108.672, matriz XR-1315
Gravado e lançado em 1912








Notícias de jornais



Correio da Manhã, quarta-feira 12 de novembro de 1919





O Paiz, quarta-feira 12 de novembro de 1919





O Paiz, quinta-feira, 19 de agosto de 1915





O Paiz, sexta-feira, 20 de agosto de 1915




O Paiz, terça-feira, 24 de agosto de 1915






Agradecimento ao Arquivo Nirez






Fontes:
http://www.dicionariompb.com.br/
O “crioulo Dudu”: participação política e identidade negra
nas histórias de um músico cantor (1890-1920) - Martha Abreu










quarta-feira, 9 de novembro de 2016

EVA TODOR - 97 ANOS (COMO SE DESCOBRE UMA PEÇA, 1941)



Hoje, a queridíssima atriz EVA TODOR completa 97 anos de idade.
Para homenageá-la, trago uma postagem feita por mim há alguns anos, onde ela ensinava a como se descobrir um peça de teatro,em 1941.


Uma de nossas maiores atrizes é, sem dúvida alguma, EVA TODOR.
Com mais de 81 anos de carreira, Eva vem encantando gerações com seu talento, seja no teatro, cinema ou televisão.
Nascida na Hungria em 1919, veio menina ao Brasil e ainda adolescente iniciou carreira no teatro, tendo brilhado no teatro de revista dos anos 30 ao lado de grandes nomes como Aracy Côrtes, Alda Garrido e Francisco Alves.
Seu último trabalho foi na novela Salve Jorge, de Glória Perez, exibida pela Rede Globo em 2012.
Atualmente, podemos vê-la na reprise da novela O Cravo e a Rosa, de Walcyr Carrasco, também exibida pela Rede Globo.
Com 97 anos, Eva Todor encanta e desperta a admiração de novos fãs.




COMO SE DESCOBRE UMA PEÇA




Em 13 de dezembro de 1941, a revista O Cruzeiro publicou a reportagem de Márcio Cunha intitulada COMO SE DESCOBRE UMA PEÇA. Nela, o repórter iniciava chamando a atenção sobre o fato de a maioria do público quando vai assistir a uma peça ignorava todo o trabalho que havia sido feito para ela ser exibida, o esforço em conjunto dos que apareciam em cena e dos que permaneciam ocultos nos bastidores. Mas, havia um trabalho maior que todos esses. Era, justamente, a escolha da peça a ser montada.
E com a pergunta "Como se escolhe uma peça?", Márcio Cunha chegou ao elegante apartamento do diretor, empresário e compositor Luiz Iglezias, localizado em Ipanema (RJ). Luiz respondeu:

Passando noites inteiras acordado - lendo, lendo, lendo infatigavelmente - em português, francês, inglês, espanhol, italiano, alemão e até húngaro!

- Você conhece também alemão e húngaro? (perguntava o repórter).

- Não, essas línguas são familiares à Eva Tudor, primeira atriz de minha companhia e, há oito anos, longos e felizes, dominadora absoluta do lar desse seu creado...

- Então...

- Sei que vai me fazer duas perguntas inevitáveis em tais circunstâncias, e apresso-me a respondê-las. Primeiro, Eva, apesar de sua juventude, está casada comigo há oito anos, isto é, desde os quatorze - segundo, além de ser uma atriz brilhante e personalíssima (segundo a crítica unânime, e a minha opinião pessoal, inteiramente franca) é uma companheira ideal, inteligente e possuidora de um raro sentimento artístico que a faz conhecer imediatamente, deante de um original, se vai agradar ou não. Assim, além de me auxiliar grandemente na leitura das peças, preferentemente em alemão e húngaro, línguas que lhe são familiares, pois nasceu em Budapest, é a primeira pessoa a quem entrego os meus originais, com absoluta confiança em sua crítica sagaz e construtiva. Eva...

- Estão falando de mim? Bem ou mal? 

"A creadora inimitavel de Chuvas de Verão e Sol de Primavera, acabava de entrar com sua esfusiante alegria, uma garota autêntica em seu elegante pijama caseiro".

- Estava explicando, como é difícil escolher uma peça - dizia seu esposo.

- Difícil? Verdadeiro pesadelo! Organizar repertório para uma temporada, representa o esforço bem maior, para os responspaveis por uma companhia, do que todo o trabalho de ensaiá-la e apresentá-la ao público. Agora mesmo, para chegarmos a resolver sobre a última peça que levaremos no Rio, antes da excursão às Estações de Águas e ao Norte, tivemos que ler nada menos de trinta e cinco originais, em sete idiomas. Está será, provavelmente "Una noche de Pirmavera sin sueno", uma deliciosa comédia romântica do escritor espanhol Enrique Jardiel Poucela.

Luiz Iglezias voltou a falar, dizendo:

- Depois da escolha, devo procurar obter os direitos de tradução, em se tratando de obra estrangeira, e eu mesmo me encarrego, em gral, desse trabalho, sendo necessário na maior parte das vezes, adaptá-la, não só ao nosso ambiente, e muitas vezes ao tipo dos intérpretes disponíveis. É uma batalha insana, onde conto também, ainda uma vez com o auxílio de Eva, que interpreta para que eu sinta o efeito de certas falas, não só o seu papel, como os outros, inclusive os masculinos... Aliás, esses são os bons momentos do trabalho, porque então me faço de espectador. Veja só - espectador único de uma grande atriz!

- Olha a máscara... E se fico convencida?

Luiz Iglezias sorriu.

- Eu sei uma receita infalível para isso. Mas por enquanto não é necessária.

Sobre quantos dias eram necessários, em média, para uma escolha, Luiz afirmou:

- Depende Muitas vezes em poucos minutos descobrimos a mina, mas geralmente muitos dias se passam até o momento em que resolvemos finalmente sobre um original. Decepcionante se torna, porém, quando depois de tudo, quando por um motivo qualquer (impossibilidade de obter os direitos, por exemplo) todo esse trabalho se torna inútil. O ideal, seria, que existissem autores que escrevessem comédias, especialmente para Eva. Isso acontece, de quando em quando, e eu mesmo o tenho feito algumas vezes. Mas, em geral, aqui, como em toda a parte, os diretores é quem devem procurar a peça para os personagens... O resto, apesar de trabalhoso, é quase nada...

- Quase nada comparativamente. mas custa muito, principalmente quando temos que abandonar essa paisagem maravilhosa de Ipanema, num dia lindo assim, para ensaiar horas a fio, na certeza de que à noite temos duas seções ainda para representar!

Mas isso era outra história. Nós a contaremos oportunamente. Assim terminava a reportagem de Márcio Cunha.






























Agradecimento ao Arquivo Nirez




segunda-feira, 7 de novembro de 2016

ARACY CÔRTES E CARMEN MIRANDA INTERPRETAM ARY BARROSO

Há 113 anos nascia o compositor, pianista, locutor e apresentador, ARY BARROSO.

Para homenageá-lo trago Aracy Côrtes e Carmen Miranda interpretando alguns de seus sucessos.

Confiram as postagens:

ARACY CÔRTES canta ARY BARROSO (parte 1): http://zip.net/bctjYk
ARACY CÔRTES canta ARY BARROSO (parte 2): http://zip.net/bwtvXC

CARMEN MIRANDA E ARY BARROSO: http://zip.net/bkmmjr
























sexta-feira, 4 de novembro de 2016

VICENTE CELESTINO INTERPRETA CÂNDIDO DAS NEVES

CÂNDIDO DAS NEVES
Arquivo Nirez


Há 82 anos falecia o compositor, cantor e violonista CÂNDIDO DAS NEVES, também conhecido como Índio.

Cândido era filho do célebre cantor e palhaço Eduardo das Neves, um dos pioneiros na gravação de discos no Brasil.

Cândido das Neves nasceu no Rio de Janeiro em 24 de julho de 1899 e faleceu, também no Rio de Janeiro, em 04 de novembro de 1934.


VICENTE CELESTINO
Arquivo Nirez


Trago Vicente Celestino, A Voz Orgulho do Brasil, interpretando algumas músicas de Cândido das Neves. No caso de E Nada Mais e Castelos de Areia, eu apresento as duas matrizes, com gravações diferentes, feitas em anos diferentes.





NÊNIAS
Tango canção
Gravada por Vicente Celestino
Acompanhamento da Orquestra Rádio Central
Disco Odeon 10.336-B, matriz 2280
Lançado em março de 1929



NOITE CHEIA DE ESTRELAS
Tango canção
Acompanhamento da Orquestra de Concertos Columbia
Disco Columbia 22.105-B, 381199-2
Lançado em abril de 1932



CABOCLA SERRANA
Canção
Acompanhamento da Orquestra de Concertos Columbia
Disco Columbia 22.150-B, matriz 3811313-1
Lançado em 1932



DILETA
Tango canção
Acompanhamento da Orquestra de Concertos Columbia
Disco Columbia 22.167-B, matriz 381350-4
Gravado em 1932 e lançado em dezembro



RASGUEI O TEU RETRATO
Tango canção 
Gravado por Vicente Celestino
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira, sob a direção de Pixinguinha
Disco Odeon Record 33.969-B, matriz 79976-1
Gravado em 12 de julho de 1935, lançado em setembro



E NADA MAIS
Tango canção
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira, sob a direção de Pixinguinha
Disco 33.987-A

Matriz 79978-1
Gravado em 12 de julho de 1935 e lançado em outubro



Matriz79978-3
Gravado em 15 de abril de 1937 e lançado nesse mesmo ano



CASTELOS DE AREIA
Valsa
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira, sob a direção de Pixinguinha
Disco 33.987-A

Matriz 79979-1
Gravado em 12 de julho de 1935 e lançado em outubro



Matriz 79979-3
Gravado em 15 de abril de 1937 e lançado nesse mesmo ano



EM DELÍRIO
Canção
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco 34.101-B, matriz 80197-1
Gravado em 10 de agosto de 1936 e lançado em outubro




ABISMO DE AMOR
Valsa
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco 34.091-B, matriz 80198-1
Gravado em 10 de outubro de 1936 e lançado em setembro




VOLTASTE
Canção dolente
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 34.215-A, matriz 80585-1
Gravado em 11 de agosto de 1937 e lançado em outubro









Agradecimento ao Arquivo Nirez








                

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

GADÉ (OSVALDO CHAVES RIBEIRO) - 47 ANOS DE SAUDADE

Há 47 anos falecia o compositor GADÉ (Osvaldo Chaves Ribeiro). 

Ele nasceu em Niterói, a 23 de julho de 1904, e faleceu no Rio de Janeiro em 27 de outubro de 1969.

Trago várias de suas composições, em parceria com outros compositores, interpretadas por grandes nomes de nossa música.




VAI CAVAR NOTA
Samba em parceria com Valfrido Silva
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Gente Boa
Disco Odeon 10.995-A, matriz 4623
Gravado em 01 de abril de 1933 e lançado em maio



ROSEIRA BRANCA
Choro em parceria com Valfrido Silva
Gravado por Carmen Miranda
Disco Odeon 11.250-A, matriz 5040
Gravado em 10 de maio de 1935 e lançado em agosto



MEU CONSOLO
Samba em parceria com Valfrido Silva
Gravado por Mário Reis
Disco Odeon 11.274-A, matriz 5159
Gravado em 17 de setembro de 1935 e lançado em outubro



BOA NOITE PASSE BEM
Choro em parceria com Valfrido Silva
Gravado por Aurora Miranda
Acompanhamento de Benedito Lacerda e Seu Conjunto Regional
Disco Odeon 11.348-B, matriz 5288
Gravado em 17 de março de 1936 e lançado em maio



ONDE FICOU A MINHA SORTE
Choro em parceria com Almanir Grego
Gravado por Aurora Miranda
Acompanhamento de Benedito Lacerda e Seu Conjunto Regional
Disco Odeon 11.373-B, matriz 5289
Gravado em 17 de março de 1936 e lançado em agosto



AMOR EM EXCESSO
Choro em parceria com Valfrido Silva
Gravado por Almirante
Acompanhamento do Conjunto Regional RCA Victor
Disco Victor 34.064-B, matriz 80153-1
Gravado em 22 de abril de 1936 e lançado em junho



TERRA DE AMORE
Rumba em parceria com Valfrido Silva
Gravada por Odete Amaral
Acompanhamento dos Diabos do Céu
Disco Victor 34.160-B, matriz 80360-1
Gravado em 13 de abril de 1937 e lançado em maio



PASSE PRA DENTRO
Choro em parceria com Valfrido Silva
Gravado por Aracy de Almeida
Disco Victor 34.214-B, matriz 80510-1
Gravado em 01 de julho de 1937 e lançado em outubro



SUSPIRO
Choro em parceria com Almanir Grego
Gravado por Odete Amaral
Acompanhamento do Conjunto RCA Victor
Disco Victor 34.435-A, matriz 33013-1
Gravado em 10 de março 1939 e lançado em maio



HOJE É PRA MIM
Samba em parceria com Cristóvão de Alencar
Gravado por Isaura Garcia
Acompanhamento de Conjunto
Disco Victor 80-0396-A, matriz S-078369
Gravado em 17 de outubro de 1945 e lançado em maio de 1946



QUANDO FALO COM VOCÊ
Samba canção em parceria com Mário Rossi
Acompanhamento de Conjunto Melódico
Disco Odeon 13.603-A, matriz RIO-10004
Gravado em 22 de dezembro de 1953 e lançado em março de 1954








Agradecimento ao Arquivo Nirez











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