segunda-feira, 4 de julho de 2011

MESQUITINHA - Um Astro Nacional

Mesquitinha, capa da revista Carioca, ao microfone da Rádio Nacional. 1937




Um dos maiores nomes do nosso teatro e cinema foi, sem dúvidas, o ator Olympio Bastos, mais conhecido como Mesquitinha.
Tendo nascido em Lisboa (19 de abril de 1902), veio ao Brasil em 1907.
Aos oito anos estreou em São Paulo, atuando na Companhia Arruda, interpretando o papel de Pirralho na revista musical A Grande Fita.
Com vinte anos foi para o Rio de Janeiro, atuando no teatro musicado e em comédias. 
Seu nome Mesquitinha surgiu pelo fato de ser afilhado de um ator veterano chamado Mesquita, e bastante conhecido no meio teatral da época.
Trabalhou com grandes nomes do teatro de revista como Margarida Max e Aracy Côrtes, logo fixando o seu no mesmo patamar.
Atuou em diversos filmes, entre musicais e comédias.
Em 1936, estreou como diretor no filme João Ninguém, que apresentou a primeira sequência colorida do cinema brasileiro.
Chegou a naturalizar-se brasileiro.
No disco, fez seis gravações entre 1930 e 1931 (quatro na Odeon e duas na Victor), em três discos.
 Mesquitinha faleceu em 1956, no Rio de Janeiro.



Monólogos de Mesquitinha:

Eu fico é com o Cavanhaque
Monólogo de Freire Jr.
Lançado em janeiro de 1930 na Odeon
Disco 10.550-A, matriz3082
Obs: Cavanhaque era o apelido do Presidente Washington Luís




Bebo
Monólogo de Freire Jr.
Lançado em janeiro de 1930 na Odeon
Disco 10.550-B, matriz 3083













Fonte: 
História do teatro no Brasil, de J. Galante de Sousa (Arquivo Marcelo Bonavides).
Agradecimento ao Arquivo Nirez (Fotos e gravações).







2 comentários:

  1. Nossa! Muito linda esta capa da revista. Muitas pessoas não conhecem o Mesquitinha. Excelente post!

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  2. Gostei. Não conhecia o Mesquitinha. Vivendo e aprendendo.
    Abraços,

    O Falcão Maltês

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