terça-feira, 25 de outubro de 2011

"Bebê não sabe, 1917"

Esta charge foi publicada na revista Careta de 08 de setembro de 1917, n º481.
Desenho, provavelmente, de J. Carlos.





Fonte:
Arquivo Nirez, Fortaleza (Ce).

"No High-Life, 1908", para descontrair

Charge cômica publicada na revista Fon Fon de 01 de fevereiro de 1908, nº43.
Desenho de J. Carlos.







Fonte:
Arquivo Nirez, Fortaleza (Ce).

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

CANÇÃO DA CRIANÇA, 1952

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Dia 12 de outubro. Dia de Nossa Senhora Aparecida e Dia das Crianças.
Quem foi criança ainda na década de 1980, provavelmente conhece os famosos versos, "Criança feliz, feliz a cantar...".
Esta valsa chama-se Canção da Criança e foi composta por Francisco Alves e René Bittencourt. Em 03 de setembro de 1952, Francisco Alves e o Coro das Crianças da Casa de Lázaro fizeram a gravação na Odeon. Disco de nº 13.336-B, matriz 9416, foi lançado em outubro de 1952. A prestigiada locutora Lúcia Helena é quem faz a introdução.


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Canção da Criança


Lúcia Helena:
Brincando marcha o menino de hoje. Lutando marchará o menino de amanhã. Crianças despreocupadas desse Brasil-Menino, cujas glórias hão de colher os homens grandes que dominarão o Brasil-Gigante, esse Brasil grandioso que eu canto, que as crianças da Casa de Lázaro felizes cantarão, numa esperança de vitórias e de alegrias!

Coro:
Criança feliz, que vive a cantar
Alegre embalar seu sonho infantil
Oh, meu bom Jesus, que a todos conduz
olhai as crianças do nosso Brasil!

Francisco Alves:
Crianças com alegria
qual um bando de andorinhas
viram Jesus que dizia:
Vinde a mim as criancinhas!
Hoje dos céus num aceno
os anjos dizem: Amém!
Porque Jesus Nazareno
foi criancinha também.

Francisco Alves e Lúcia Helena
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René Bittencourt e Francisco Alves
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Observação do pesquisador Abel Cardoso Junior: 
Na edição vem alegre a embalar, o correto, 
assim como valsa e não marcha-hino como saiu no selo (do disco) erroneamente.






Fontes:
Arquivo Nirez
Arquivo Marcelo Bonavides
Francisco Alves - As Mil Canções do Rei da Voz, de Abel Cardoso Junior, 1998.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Hoje, em Fortaleza...

Hoje, percebi que mais duas casas antigas foram abaixo aqui em Fortaleza. As duas se situavam na Avenida Santos Dumont e faziam parte do (já) restrito grupo de construções de época nessa avenida.
Fortaleza vai crescendo e apagando seu passado, principalmente o arquitetônico.
Sinais do progresso? Não sei. Creio que podemos progredir e conservar nossas memórias físicas.
Hoje, também aproveitei para resolver coisas no Centro da cidade. Andar por aquelas ruas históricas, praças legendárias, me fez perceber que, de história, muitas ruas só tem o nome...
Me esforço para não ser pessimista, mas, como ficar impassível vendo construções centenárias darem lugar a estacionamento e, às vezes, nem isso; apenas, se cobrem as portas e janelas com tijolos e se destrói tudo por dentro, ficando só o esqueleto da fachada.
Enfim, a bela Loura Desposada do Sol, do poeta Paula Ney, não é maltratada por seu cônjugue, mas, por seus filhos.
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