quinta-feira, 31 de outubro de 2013

CÉLEBRES ENCONTROS MUSICAIS

Olá!
Retomo as postagens musicais, após alguns grandes imprevistos.
Dessa vez, inicio uma série onde abordarei a reunião de artistas para gravar músicas. Começo trazendo duplas, mas, em outras postagens trarei trios. Por enquanto, irei enfocar intérpretes de carreira solo que fizeram duetos com colegas esporadicamente. Em outra ocasião, trarei duplas ou trios mais constantes.



AURORA MIRANDA & JOÃO PETRA DE BARROS



Aurora Miranda e João Petra de Barros.



João Petra de Barros começou a gravar no final de 1932 e Aurora Miranda em meados de 1933. 
Em 1934, quando ambos já faziam sucesso, gravaram algumas músicas juntos. 
Entre elas estavam:


Vai Subindo... Vem Caindo...
Marcha de Alberto Ribeiro
Acompanhamento da Orquestra Odeon sob a direção de Simon Bountman
Disco Odeon 11.130-A, matriz 4845
Gravado em 08 de maio de 1934 e lançado em junho desse mesmo ano.




Se a Sorte Me Ajudar
Samba de Germano Augusto e Noel Rosa
Acompanhamento da Orquestra Odeon sob a direção de Simon Bountman
Disco Odeon 11.130-B, matriz 4846
Gravado em 08 de maio de 1934 e lançado em junho desse mesmo ano.






ELISA COELHO & IRMÃOS TAPAJÓS


Elisa Coelho, ao alto.
Paulo Tapajós, de óculos, e seu irmão Haroldo Tapajós.


Elisinha Coelho iniciou sua carreira em 1930. Um ano antes, em 1929, Paulo e Haroldo Tapajós, que formavam também formavam a dupla Irmãos Tapajós, gravaram seu primeiro disco.
Em 1934, ao lado de Elisinha, gravaram três peças importantes para nosso folclore.


Dança Negra
Dança de Hekel Tavares e Sodré Viana
Acompanhamento de Hekel Tavares ao piano
Disco Victor 33.794-A, matriz 79619-1
Gravado em 30 de abril de 1934 e lançado em junho desse mesmo ano.




Humaitá/Biá Tá Tá
Cocos de Hekel Tavares
Acompanhamento de Hekel Tavares ao piano e ganzá
Disco Victor 33.794-B, matriz 79620-1
Gravado em 30 de abril de 1934 e lançado em junho desse mesmo ano.







DIRCINHA BATISTA & CASTRO BARBOSA


Dircinha Batista e Castro Barbosa.


Dircinha Batista foi a primeira criança a gravar um disco comercial no Brasil, em 1930, aos oito anos de idade. Ainda adolescente, ela já era uma das mais famosas cantoras de nosso rádio, cinema e shows.
Castro Barbosa começou a gravar discos em 1931. Nesse mesmo ano, ao lado de Jonjoca, gravou dezenas de discos, em uma parceria que lembrava Francisco Alves e Mário Reis. Castro Barbosa atuou com muito sucesso no rádio, inclusive em programas humorísticos.
Aqui, ele e Dircinha nos mostram seu lado mais românticos.


Estrada do Passado
Valsa de Arlindo marques Jr. e Gadé
Acompanhamento de Orquestra
Disco Carioca 12.005, matriz CA-108-1
Gravado em 09 de fevereiro de 1938 e lançado nesse mesmo ano.




Meu Grande Amor
Fox canção de Amado Régis e Gadé
Acompanhamento de Orquestra
Disco Carioca 12.005, matriz CA-109-2
Gravado em 09 de fevereiro de 1938 e lançado nesse mesmo ano.







DALVA DE OLIVEIRA & FRANCISCO ALVES 


Dalva de Oliveira e Francisco Alves.


Dalva de Oliveira estreou no disco em 1937 ao lado de seu primeiro esposo, o compositor Herivelto Martins, e o cantor Nilo Chagas, na primeira formação do Trio de Ouro. Em 1939 começou a gravar sozinha, mesmo fazendo parte do Trio de Ouro. Sua bela voz atraia admiração entre seus colegas, fazendo com que o trio de cantores (com a destacada voz de Dalva) acompanhassem Carmen Miranda em uma de suas gravações e também Francisco Alves. Mas, Chico Alves fez questão de gravar várias músicas somente ao lado de Dalva. Algumas foram feitas no final dos anos 30 e o restante ao longo dos anos 40 e 50. 
Francisco Alves, considerado O Rei da Voz, gravou seu primeiro disco em 1919. A partir de 1927, passou a ser um dos mais queridos cantores de nossa música. 


Acorda, Estela
Samba de Herivelto Martins e Benedito Lacerda
Acompanhamento de Benedito Lacerda e Seu Grande Regional
Disco Columbia 55.159-B, matriz 192-1
Gravado em 16 de agosto de 1939 e lançado em setembro desse mesmo ano.




Timoneiro
Valsa de Herivelto Martins e Humberto Porto
Acompanhamento do Conjunto Odeon
Disco Odeon 12.173-A, matriz 6981
Gravado em 29 de maio de 1942 e lançado em julho desse mesmo ano.







ODETE AMARAL & CYRO MONTEIRO


Odete Amaral e Cyro Monteiro.



Odete Amaral estreou no disco em 1936. Com pouco tempo, sua belíssima voz era apreciada por todo o país, através do rádio e do cinema e discos. Conhecida como A Voz Tropical do Brasil, Odete era, já no final dos anos 30, uma de nossas melhores intérpretes. Cyro Monteiro iniciou carreira em discos no ano de 1935, alcançando sucesso ainda na segunda metade dos anos 30. Casou-se com Odete Amaral, formando um dos famosos casais de nossa música. Bem ates de se separarem, gravaram algumas músicas juntos.



Sinhá, Sinhô
Samba de Aloísio Silva Araújo
Acompanhamento de Regional
Disco Victor 34.458-A, matriz 33069-1
Gravado em 03 de maio de 1939 e lançado em julho desse mesmo ano.




Bem Querer
Samba de Aloísio Silva Araújo
Acompanhamento de Regional
Disco Victor 34.458-B, matriz 33070-1
Gravado em 03 de maio de 1939 e lançado em julho desse mesmo ano.











Agradecimento ao Arquivo Nirez








domingo, 27 de outubro de 2013

LEITE DAGELE, Cura e embeleza - 1937


Obs: Grafia, acentuação e pontuação originais.



Cura e embeleza

LEITE DAGELE restitue á cútis o assetinado natural da juventude!

Para obter-se uma cútis limpa, macia e avelludada, Dagelle creou mais um incomparável producto – LEITE DAGELLE!

Manipulação rigorosamente scientifica, orientada pelos modernos processos de tratamento da belezza, o Leite Dagelle remove, de modo suave, as manchas, sardas e rugas e extingue, rapidamente, os cravos e as espinhas, dando á cútis a alvura e o assetinado naturaes da juventude.

O Leite Dagelle, por sua acção curativa, é base imprescindível a qualquer tratamento de belezza. Experimente –o hoje mesmo e maravilhe-se com os seus resultados.


Para a belezza, alvura e protecção da cútis


Leite Dagelle


O Cruzeiro, 03 julho de 1937






sábado, 26 de outubro de 2013

Praça de Palacio - Statua do General Tiburcio - 1908



Praça de Palacio - Statua do General Tiburcio (Fortaleza).
Álbum de Visitas do Estado do Ceará - 1908.


Atualmente, a praça se denomina General Tibúrcio, mas é popularmente conhecida por Praça dos Leões (pelas bonitas estátuas de leões expostas). O Palácio da Luz era a antiga sede do Governo de Estado, construída no final do século XVIII. Na parte direita, vemos a Igreja do Rosário, também construída no século XVIII.









quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O QUE ELAS SERIAM SE NÃO FOSSEM CANTORAS?

Em reportagem de Julio Pires, a revista O Cruzeiro de 29 de julho de 1939 trazia uma interessante matéria sobre algumas das mais destacadas artistas do rádio e o que elas seriam se não fossem cantoras.
Interessante foi a resposta da pianista e compositora Carolina Cardoso de Menezes, que na época apresentava na Rádio Tupi um programa onde acompanhava ao vivo em seu piano as gravações feitas em discos por grandes orquestras internacionais. Para isso usava fones e contava com um bom jogo de sonoplastia. Tudo feito ao vivo:
"Eu seria telegraphista, por habito e palpite". E explicava: "Desde que faço esses programmas conjugados com discos, sou obrigada a usar constantemente esses phones que você vê. Além disso, gostaria de ser telegraphista. Curiosidade. A gente fica a par de tantas coisas".

Vamos conferir as outras artistas:



Dyrcinha Baptista

Aos 17 anos, Dircinha Batista já era uma cantora veterana e consagrada, porém, ainda conservava traços próprios das meninas de sua geração, como brincar de bonecas.


"Cozinhar também é meu fraco. Garanto que sei preparar melhor um bolo do que cantar um samba",
afirmava a jovem Dircinha.
Como a reportagem lembrou, sendo ela uma de nossas melhores sambistas,
o bolo deveria ser verdadeiramente maravilhoso!


"Dyrce gosta tambem de brincar com suas bonecas".
 O Cruzeiro, 1939.


"Dyrcinha Baptista, que em seu palacete de Botafogopossue uma grande criação de gallinhas, confessou que desejaria viver numa fazenda". O Cruzeiro, 1939.


Lar Doce Lar, segundo Dircinha Batista.





Aurora Miranda

Morando na Avenida São Sebastião, Aurora Miranda travou o seguinte diálogo com o repórter:
"- Olá! Você por aqui?
- Á cata de novidades. Tem tido noticias da America do Norte?
- Tenho, sim. Um sucesso, a Carmen!
- E por isso está triste?
- Triste de não estar ao seu lado, como em outras excursões.
- E então?
- Trato do meu jardim. É o meu maior divertimento. 
Se não cantasse no radio, não faria outra coisa...", disse Aurora.



Heloísa Helena

Heloísa Helena, que possuía uma grande biblioteca,
escreveria romances.

"Se não fosse obrigada a cantar e a representar, escreveria romances pociliaes...
Foi uma das minhas vocações, que a maioridade não conseguiu apagar. Às aventuras de Dick Turpin, Arsene Lupin e Mr. Moto, eu daria de bom agrado a minha carreira de artista...".



Mara Costa

A cantora Mara Costa gostaria, desde o Pará (sua terra natal) tinha o desejo de "de ser pianista de cinema de arrabalde. Tocar valsas lentas e ter um namorado que me esperasse todas as noites ao terminar a sessão...". 
Como lembrou a reportagem, "isso, porém, se não existissem os films falados...". 
No que a própria Mara explicava: "Foi um velho desejo que o cinema falado me imposibilitou".
Na foto, Mara e seu irmão, o compositor Waldemar Henriques.



Rose Lee

Gylce Ventania Porto, ou melhor, a cantora e locutora Rose Lee, desejaria ser jornalista.



Marília Baptista

Marília Baptista, cantora e compositora, gostaria de fugir da cidade
e viver ao ar livre o maior espaço de tempo possível.


Emilinha Borba

A cantora iniciante (no ano de 1939) Emilinha Borba
já tinha um considerável número de fãs.
Porém, para ela, o rádio sempre seria sua opção:
"Se não fosse o que sou, queria ser isto mesmo",
afirmou a jovem, citando um poeta.



Sylvinha Mello

A atriz e cantora Sylvinha Mello fez suspense sobre o que gostaria e que,
exatamente, estava se emprenhando em ser "Se eu não fosse artista do radio e do cinema,
queria ser o que dentro em breve vou realizar".
Diante da curiosidade do repórter: "Calma, meu amigo.
Isso é assumpto para uma grande reportagem".

Hoje, sabemos que Sylvinha, além de cantora de sucesso
foi também decoradora, tendo estudado inclusive nos EUA,
onde também se destacou como cantora,
sendo uma das primeiras artistas a fazer sucesso nesse país.


Judith de Almeida

A atriz e cantora Judith de Almeida " estava às voltas com suas bonecas.
Mettida num pyjama sensacional, brincava com uma bahiana que trouxe do Norte em sua ultima excursão".

Ela queria ser "eternamente criança. Nunca passar dos 10 annos. Nada de complicações sentimentaes. O peor de tudo é a profissão. Quando a gente está mais contente da vida, ás vezes é obrigada a cantar coisas assim:
'Mas, depois tudo acabou
E de tão lindo romance
Só a saudade ficou...'".

Alzirinha Camargo

A cantora Alzirinha Camargo afirmou:
"Estou com a cabeça no ar. Ando tão enthusiasmada com o menino piloto,
que só penso agora em avião".

Sobre Alzirinha Camargo.


Zezé Fonseca

A cantora e atriz Zezé Fonseca, que estava afastada do meio artístico e, na época,
voltava ao mesmo, fugiu da enquete: "Poderia merecer de você um grande obsequio?
Não me metta nisso...
Não Vê que estive afastada do meio artistico?"
Não deu certo. Vida nova. Faz de conta que 'estreei' ontem.
 Pergunte outra qualquer...".

Porém, sabemos que Zezé trabalhou também com vendas de anúncios publicitários para rádios até que foi convidada por Celso Guimarães para atuar na Rádio Nacional.
Ela foi a mais famosa rádio atriz da Rádio Nacional, sendo ainda locutora e repórter.
Ou seja, seria como artista que a vida profissional de Zezé Fonseca seria bem sucedida.




Agradecimento ao Arquivo Nirez






domingo, 6 de outubro de 2013

ZAÍRA CAVALCANTI, pela jornalista SYLVIA MONCORVO - 1941

Sylvia Moncorvo era cítica da revista A Scena Muda
Admiradora do talento de Zaíra Cavalcanti, ela publicou alguns artigos e citações elogiando a atriz de Santa Maria.
Transcrevo aqui um trechos de um artigo publicado em 18 de novembro de 1941.
Obs: Os artigos foram copiados com a pontuação e grafia originais.



Artistas de Teatro e... Artistas de Cinema.




Zaíra Cavalcanti aparece hoje aos meus leitores de A Cena Muda. Essa singularíssima atriz brasileira nasceu no Rio Grande do Sul, em Santa Maria da Boca do Monte - flor da montanha.
...
A sua graça, o seu corpo de anfora, a sua inteligencia, revelam a sua personalidade. Atriz generica, Zaíra faz a comédia, a revista, dança e canta com brilhos notáveis. Italia Fausta conta-me, que tendo representado o papel de Virgem-Maria, na peça de Eduardo Garrido, O Martir do Calcário, ultimamente no Teatro Recreio, teve oportunidade de assistir ao trabalho da atriz Zaíra Cavalcanti, que representava o papel de Samaritana. E Itala Fausta com a sua autoridade de atriz máxima e de regista notável afirmou-me: "Fiquei surpresa com o trabalho de Zaíra. Ela possui grandes qualidades de comediante". Sabendo-se o quanto Italia Fausta é avara em elogios, teremos referido o valor de Zaíra Cavalcanti como atriz capaz de representar um grande repertório.
...
É uma atriz jovem, que ainda tem muito a realizar. E eu auguro-lhe uma brilhantíssima carreira. Sendo jovem e elegante, Zaíra possui ainda educação social. Sabe acolher com finura os que a procuram, e compreende que a uma artista não se dispensa a gentileza como traço marcante dos seus complexos.
Fui visitá-la em seu camarim, no Teatro Recreio, dois dias antes da sua partida para São Paulo, onde estará estrelando a Companhia de Revistas do jovem e talentoso empresario Walter Pinto. 


A jovem estrela comentava:
Filmei Luna de Miel en Rio, uma produção argentina da Lumilton. Direção de enredo de M. Romero. A fita alcançou muito sucesso na Argentina, no Chile, no Paraguai e no Peru. O elenco é de estrelas, e eu a única estrangeira que dele faço parte. A grande atriz cômica Nini Marshall faz o papel de mais importância. No teatro, você, minha gentil amiga, tem acompanhado os meus trabalhos.


Sylvia - Lembra-se do seu sucesso fazendo a revista carnavalesca Dá nela, Zaíra?
Zaíra - Sim, E foi daquele tempo a minha estréia no teatro como atriz. Comecei como girl. Tenho orgulho em referir esta ocorrência. 
Sylvia - Mas, hoje, você é uma estrela, uma brilhante estrela, que pode fazer um repertório internacional.
Zaíra - Tenho cantado rumbas e congas, tangos e foxes e, quando os interpreto, pensam que sou cubana, argentina, americana...
Sylvia - E, no entanto, você é brasileiríssima. Tem a brasa da volúpia no sangue e na imaginação das nossas Iracemas delicadas...


E Sylvia Moncorvo continua, Zaíra Cavalcanti ofereceu-me um dos seus poemas em prosa. Zaíra é romântica e sonhadora.
...
E Santa Maria da Boca do Monte - do Rio Grande do Sul - ofereceu ao teatro brasileiro essa flor amável, rubra, perfumada: Zaíra Cavalcanti.





Em 16 de dezembro de 1941, na coluna Telas, Palcos, Mircofones, Sylvia Moncorvo falava sobre Zaíra mais uma vez.



Zaíra Cavalcanti - a estrela inteligente e formosa do teatro musicado - está realizando em São Paulo uma temporada memorável. Estrelando a Companhia de Revistas do jovem e talentoso empresário Walter Pinto, que ocupa neste momento o Teatro Santa Ana, na capital bandeirante, Zaíra Cavalcanti tem merecido altos elogios da crítica teatral paulistana. Deve-se relevar, aqui, o critério de rigorismo dos críticos de arte de São Paulo, para conferir-se, à atriz elegante, fina e harmoniosa que Zaíra sabe ser, o seu valor no quadro de sua especialização artística. Jovem e enteligentíssima, dançando e cantando e representando com alegria e a beleza da sua arte, Zaíra, tem apenas quatorze anos de palco e trinta anos incompletos de idade (sic).Muio há de fazer ainda pela vida fora, a jovem e formosa atriz Zaíra Cavalcanti - espírito de gentileza, educação aprimorada, servindo a um temperamento vibrante, bem brasileiro, bem humano e amoroso. Subindo ao estrelato, no teatro ligeiro, as suas qualidades de comediante, porém, devem também ser realçadas, sem favor. Zaíra deveria ingressar no teatro de comédia. O seu físico airoso, a sua elegância social, a sua naturalidade ao representar, lhe são dotes invulgares de artista.


Obs2: Em dezembro de 1941, Zaíra tinha 28 anos, e não 30 incompletos como diz a reportagem.














terça-feira, 1 de outubro de 2013

ZAÍRA CAVALCANTI - 100 ANOS!

"A simpatyca 'Fhono Arte' com carinhosa admiração, offerece
Zaíra Cavalcante, 1-8-930"
A jovem estrela, com 17 anos incompletos, fazendo a divulgação de sua imagem à revista Phono-Arte,
especializada em discos.


Há 100 anos, em 01 de outubro de 1913, nascia a talentosa e belíssima cantora e atriz
ZAÍRA CAVALCANTI

Em sua homenagem, estarei publicando algumas postagens especiais.






Agradecimento ao Arquivo Nirez 





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