quinta-feira, 3 de julho de 2014

ALFREDO ALBUQUERQUE, 80 ANOS DE SAUDADE DO GRANDE CANÇONETISTA BRASILEIRO



Há 80 anos falecia o cantor, compositor e letrista, ALFREDO ALBUQUERQUE, um de nossos últimos grandes cançonetistas.


Alfredo Albuquerque nasceu no Rio de Janeiro em 11 de fevereiro de 1884 e, ainda menino foi morar em Portugal. Voltou aos 22 anos, em 1906, mantendo o forte sotaque lusitano.

Em casa de Tia Ciata, ele se reunia com os pioneiros do samba.

Em 1913, Alfredo Albuquerque fez a versão para o one step americano Caraboo. Nesse mesmo ano foi gravado por Julinha Martins, Roberto Roldan, entre outros cantores e bandas. Foi um dos grandes sucessos do carnaval de 1914.

No final dos anos 20, Alfredo Albuquerque gravou várias cançonetas, de sua autoria ou de outros compositores, sendo um dos últimos representantes desse estilo musical.

Viveu alguns anos em Belém, no Pará, tendo contribuído muito para a vida teatral local, sendo diretor artístico do Teatro Bar Paraense.

O historiador paraense Vicente Sales afirmava que "Alfredo Albuquerque deu notável contribuição ao teatro popular paraense". E continuava, "deve a capital paraense à vivacidade de seu espírito um trabalho extraordinário e fecundo".

Alfredo Albuquerque faleceu no Rio de Janeiro em 03 de julho de 1934, uma terça-feira, às primeiras horas da madrugada, vitima de um colapso cardíaco. Ele estava em sua residência, na Rua Barão de Mesquita, nº 1.021.


Jornal Correio da Manhã
Quarta-feira, 04 de julho de 1934.



Jornal Correio da Manhã
Quinta-feira, 05 de julho de 1934.




Confiram algumas músicas da autoria de Alfredo Albuquerque que foram gravadas por ele.


TRALALÁ
Canção disparatada
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.283-A, matriz 2018
Gravado em 09 de outubro de 1928 e lançado em novembro




ESPERANÇA
Couplet
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.283-B, matriz 2021
Gravado em 09 de outubro de 1928 e lançado em novembro




A MULHER CHIC DE PARIS
Canção cômica
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.284-A, matriz 2019
Gravado em 09 de outubro de 1928 e lançado em novembro




TERESA
Couplet
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.284-B, matriz 2022
Gravado em 09 de outubro de 1928 e lançado em novembro




A MULHER QUE FUGIU COM O PALHAÇO
Cançoneta cômica
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.295-A, matriz 2020
Gravado em 09 de outubro de 1928 e lançado em novembro




O MEU GRAMOFO ON
Cançoneta cômica
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.295-B, matriz 2023
Gravado em 09 de outubro de 1928 e lançado em novembro











Fontes:
http://www.dicionariompb.com.br/
http://memoria.bn.br/

terça-feira, 1 de julho de 2014

O DIA EM QUE CAROLE LOMBARD LEVOU UM TROTE... E REVIDOU!



Revendo minhas revistas sobre cinema, encontrei esse texto de João Lepiane, sobre o início da carreira da atriz Carole Lombard. A coluna, Isto não é fita ... é fato!, era publicada pela revista Cinemin.














OLIVIA DE HAVILLAND, 98 ANOS

Olivia de Havilland
www.express.co.uk



Hoje, a atriz OLIVIA DE HAVILLAND completa 98 anos.

Ela é a única atriz viva do elenco principal de ...E O Vento Levou, onde interpretou a doce Melanie Hamilton Wilkes, em 1939.

Nascida em Tóquio (Japão), em 01 de julho de 1916, Olivia Mary de Havilland era filha da atriz de teatro Lillian Fontaine (Lillian Augusta Ruse) e do advogado de patentes britânico Walter Augustus de Havilland.
Sua irmã mais nova também seria uma aclamada e premiada (com o Oscar) atriz de cinema, Joan Fontaine.

Olivia de Havilland se tornou conhecida do grande público em 1935, quando estreou no cinema. Em seu quarto filme, Capitão Blood, ela iniciaria uma parceria nas telas com Errol Flynn, em vários filmes de aventura, hoje antológicos. De 1935 a 1941, foram oito filmes, entre eles A Carga da Brigada Ligeira (1936) e As Aventuras de Hobin Hood (1938).

Em 1939, Olivia apareceu no mais famoso filme de todos os tempos, ...E O Vento Levou (Gone Whith the Wind). Ao interpretar Melanie, cunhada de Scarlet O´Hara (vivida por Vivien Leigh), ela receberia sua quinta indicação ao Oscar, desta feita como atriz coadjuvante. Quem levou a estatueta, merecidamente, foi a atriz Hattie McDaniel, que deu vida à adorável Mammy. Hattie foi a primeira atriz negra a receber um Oscar.
Uma curiosidade: No filme, sua personagem é a única que morre. Entretanto, Olivia é a única atriz do elenco principal que ainda está viva.

O Oscar viria para Olivia em duas ocasiões. Uma em 1946, pelo filme Só Resta Uma Lágrima, e em Tarde Demais, de 1949, onde contracenou com Montgomery Clift.

Com algumas aparições públicas relativas ao cinema, Olivia vive em Paris, onde se mudou ainda na década de 1950.
Com Errol Flynn
Capitão Blood, 1935


Com Errol Flynn
As Aventuras de Hobin Hood, 1938



Com Hattie McDaniel
... E O Vento Levou, 1939


... E O Vento Levou, 1939







Fotos preto e branco: http://www.doctormacro.com/








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