sábado, 31 de dezembro de 2016

MÁRIO REIS - 109 ANOS

Mário Reis ao microfone da Rádio Mayrink Veiga, 1935.
Suas fãs suspiram ao seu lado.
Arquivo Nirez.



Há 109 anos nascia o cantor MÁRIO REIS.

Mário da Silveira Reis nasceu no Rio de Janeiro em 31 de dezembro de 1907.
Iniciando sua carreia no final dos anos 20, foi incentivado pelo Rei do Samba, Sinhô (José Barbosa da Silva). Em pouco tempo, Mário Reis se tornou um fenômeno de vendagens de discos. Em 1930, iniciou uma bem sucedida dupla com Francisco Alves, gravando pouco mais de vinte músicas. Após excursionar pelo Brasil e exterior, aparecer em filmes e programas de rádio, Mário seguiu carreira de funcionário público, retornando à vida artística esporadicamente.
Ele faleceu em 05 de outubro de 1981.

Em 1951 ele regravou seis músicas de Sinhô no selo Continental. Metade era de seu repertório, outras, como Fala, Meu Louro, Ora Vejam Só, e A Favela Vai Abaixo (com novos versos), do repertório de Francisco Alves.



JURA
Samba de Sinhô
Acompanhamento de Vero e Sua Orquestra
Disco Continental 16.454-A, matriz 2691
Gravado em 22 de agosto de 1951
Lançado em outubro e dezembro de 1951




SABIÁ
Samba de Sinhô
Acompanhamento de Vero e Sua Orquestra
Disco Continental 16.454-B, matriz 2693
Gravado em 22 de agosto de 1951
Lançado em outubro e dezembro de 1951




FALA, MEU LOURO
Samba de Sinhô
Acompanhamento de Vero e Sua Orquestra
Disco Continental 16.455-A, matriz 2692
Gravado em 22 de agosto de 1951
Lançado em outubro e dezembro de 1951




GOSTO QUE ME ENROSCO
Samba de Sinhô
Acompanhamento de Vero e Sua Orquestra
Disco Continental 16.455-B, matriz 2703
Gravado em 22 de agosto de 1951
Lançado em outubro e dezembro de 1951



ORA VEJAM SÓ
Samba de Sinhô
Acompanhamento de Vero e Sua Orquestra
Disco Continental 16.456-A, matriz 2705
Gravado em 22 de agosto de 1951
Lançado em outubro e dezembro de 1951




A FAVELA VAI ABAIXO
Samba de Sinhô
Acompanhamento de Vero e Sua Orquestra
Disco Continental 16.456-B, matriz 2704
Gravado em 22 de agosto de 1951
Lançado em outubro e dezembro de 1951






Agradecimento ao Arquivo Nirez








sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

JESY BARBOSA - 29 ANOS DE SAUDADE

Jesy Barbosa em 1930.
Arquivo Nirez.


Há 29 anos falecia a cantora e jornalista Jesy Barbosa.
Eleita Rainha da Canção Regional em 1930, Jesy foi uma de nossas mais belas vozes, deixando gravadas várias músicas de qualidade.
Trago o programa Arquivo Sonoro, em parceria com o Arquivo Nirez, onde a própria Jesy dá declarações sobre sua vida e obra, além de suas canções.

Obs. Pelo que andei observando, a forma correta de pronunciar seu nome, Jesy, é com Z, 
Jesí. Porém, o programa foi gravado antes dessa constatação.


Programa Arquivo Sonoro - Jesy Barbosa














domingo, 25 de dezembro de 2016

NATAL BRASILEIRO

Nossos compositores sempre estavam atentos para os eventos marcantes do ano. Carnaval, festas juninas e a chegada da primavera, eram apenas alguns bons motivos para se produzir boas músicas. Com o Natal não era diferente. Fora as tradicionais canções natalinas, também tivemos várias composições abordando o tema, trazendo nossos mais característicos ritmos, seja a canção, a marcha, o samba, ou até ritmos estrangeiros como o tango argentino. 
Os intérpretes faziam, e ainda fazem, a nossa alegria com suas gravações antológicas.


Pedro Celestino



















O tenor Pedro Celestino, mesmo tendo um irmão famoso (Vicente), foi um dos mais famosos cantores dos anos 20, gravando músicas que se tornariam clássicos de nosso cancioneiro.
Em 1926, ele gravou o tango Sinos de Natal.

Sinos de Natal
Tango de Erotides de Campos
Acompanhamento do Grupo dos Ases
Disco Odeon Record 123.057
Gravado e lançado em 1926





Carmen Miranda



















A Pequena Notável gravou duas músicas para o Natal. A célebre Recadinho de Papai Noel e a menos conhecida Dia de Natal, ambas são marchas.

Recadinho de Papai Noel
Marcha de Assis Valente
Acompanhamento dos Diabos do Céu
Disco Victor 33.881-A, matriz 79681-1
Gravado em 11 de setembro de 1934 e lançado em janeiro de 1935




Dia de Natal
Marcha de Hervé Cordovil
Acompanhamento da Orquestra Odeon sob a direção de Simon Bountman
Disco Odeon 11.289-A, matriz 5170
Gravado em 16 de outubro de 1935 e lançado em dezembro desse ano





Aurora Miranda



















Aurora Miranda foi uma das cantoras que mais gravou canções natalinas, mas, mantendo os ritmos brasileiros como o samba e a marcha.

Eu Sou Pobre, Pobre, Pobre
Marcha de Custódio Mesquita
Acompanhamento da Orquestra Odeon
Disco Odeon 11.174-A, matriz 4887
Gravado em 07 de agosto de 1934 e lançado em dezembro desse ano





Sinos de Natal
Samba de Vicente Paiva e Djalma Esteves
Acompanhamento da Orquestra Odeon
Disco Odeon 11.174-B, matriz 4935
Gravado em 18 de outubro de 1934 e lançado em dezembro desse ano




Natal Divino
Marcha de Milton Amaral
Acompanhamento da Orquestra Odeon sob a direção de Simon Bountman
Disco Odeon 11.288-A, matriz 5173
Gravado em 23 de outubro de 1935 e lançado em dezembro desse ano




Blem Blau
Marcha de Vicente Paiva, Portelo Juno e Buci Moreira
Acompanhamento de Vicente Paiva e Seu Conjunto
Disco Odeon 11.414-A, matriz 5434
Gravado em 03 de novembro de 1936 e lançado em dezembro desse ano





Aracy Côrtes



















A grande sambista Aracy Côrtes também dominava e encantava em ritmos como a canção. Aqui, Aracy interpreta com toda a dolência e sentimento, Meu Natal.

Meu Natal
Canção de Augusto Vasseur e Luís Peixoto
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.618-B, matriz 3594
Lançado em junho de 1930




Alda Verona



















A soprano Alda Verona nos deixou essa bonita interpretação da canção Papai Noel, onde recebeu como presente do Bom Velhinho, a saudade.

Papai Noel
Canção de Amélia Brandão Nery
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 33.724-A, matriz 65585-1
Gravado em 01 de novembro de 1932 e lançado em dezembro de 1933





Madelou de Assis



















Madelou de Assis também gravou uma canção com o título de Papai Noel.

Papai Noel
Canção de Custódio Mesquita
Acompanhamento da Orquestra de Concertos Columbia
Disco Columbia 22.172-B-1, matriz 381.354
Lançado em dezembro de 1932





Sílvio Caldas



















Sílvio Caldas gravou o samba Se Papai Noel Quisesse, onde pede unicamente a mulher que não o quis.

Se Papai Noel Quisesse
Marcha de Hervê Cordovil e Cristóvão de Alencar
Acompanhamento do Conjunto Brasileiro de Hervê Cordovil
Disco Odeon 11.415-A, matriz 5416
Gravado em 13 de outubro de 1936 e lançado em dezembro desse ano




Almirante
















Almirante gravou a marcha A Benção Papai Noel, em 1934.

A Benção Papai Noel
Marcha de Alcebíades Barcellos (Bide) E Alberto Ribeiro
Acompanhamento dos Diabos do Céu, sob a direção de Pixinguinha
Disco Victor 33.860-A, matriz 79761-1
Gravado em 19 de outubro de 1934 e lançado em dezembro desse ano





Carlos Galhardo



















Coube a Carlos Galhardo gravar a mais famosa música brasileira de Natal de todos os tempos. Da autoria de Assis Valente, a marcha Boas Festas é e sempre será lembrada e cantada por gerações. Uma bonita melodia, com versos tristes.
Carlos Galhardo gravou em três ocasiões.

Boas Festas
Marcha de Assis Valente
Acompanhamento dos Diabos do Céu
Disco Victor 33.723-A, matriz 65864-1
Gravado em 17 de outubro de 1933 e lançado em dezembro desse ano



Boas Festas
Marcha de Assis Valente
Acompanhamento de Passos e Sua Orquestra
Disco Victor 34.865-A, matriz S-052428
Gravado em 21 de novembro de 1941 e lançado em janeiro de 1942



Boas Festas
Marcha de Assis Valente
Acompanhamento de Orquestra
Disco RCA Victor 34.865-A, matriz V S-052428-2
Gravado e lançado em 1951










Agradecimento ao Arquivo Nirez











sábado, 24 de dezembro de 2016

28 ANOS DE PESQUISAS MUSICAIS



Há 28 anos eu começava oficialmente minhas pesquisas musicais.
Todo ano procuro lembrar e registrar essa data, pois foi um marco divisor em minha vida, para muito melhor.
Estar em contato com a música popular brasileira do passado, seus artistas, atrizes-cantoras, compositores... me fez uma pessoa melhor e mais realizada.
Deixo aqui o link onde fiz um texto no ano passado, com músicas do primeiro LP que ganhei desse estilo musical: http://zip.net/bhsBB5





sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

PAPAI NOEL DAS ESTRELAS DO RÁDIO

BOAS FESTAS
Aproveitando o título da ótima marcha de Assis Valente, gravada por Carlos Galhardo em 1933, deixo os meus votos de Feliz Natal aos amigos do blog 
Estrelas que nunca se apagam.



Em 1935, a revista Carioca fez uma matéria sobre a vinda de Papai Noel para as estrelas do rádio. Vale lembrar que Yolanda Pereira, cuja foto aparece nessa página, era a cantora e não a nossa primeira Miss Universo 1930, ambas com o mesmo nome.
Acompanhem a matéria ao som de músicas natalinas, entre marchas, canções e (até!) tango, com alguns dos melhores de nossos intérpretes.




Sinos de Natal
Pedro Celestino (1926)
 



"A noite de Natal de Alzirinha Camargo, Carmen e Aurora Miranda, Marília Baptista, Yolanda Pereira e das irmãs Pagãs.

Natal, porta dos divinos mistérios!

Desde que, na véspera, o dia empalidece e as estrelas tuaxiam as alturas celestiais, o mundo se reveste para as crianças de formosura profunda, de indecifrável sentido. Anda-lhes à volta algo de etéreo, de imponderável, de sutil – uma leve sensação de medo e de júbilo, de inquietude e de promessa, de susto e de amor. Nos corredores ensombrados como que ouvem cicios intrigantes, vozidos maliciosos, sons fofos de passos que se esvaem tão logo se alertem ouvidos. As sombras de arvoredo entrevistas pelas vidraças parecem animadas de intenções de gestos humanos. Entre essas sombras, movediças, querem ver, de vez em vez, uma outra, solerte, gorda, de contornos irregulares, qualquer coisa como um homem barbaçudo, de ombros largos, de olhos brilhantes, vergado ao peso de uma carga que jamais se distingue com precisão. É o fantasma de Papai Noel, que perturba as imaginações infantis. Desejam-no, de certo. Mas, de outro lado, temem sua aparição subta. Nessa noite, os pequenos corações adormecem assustados e encantados. Uma asa de mosca acordá-los-ia se não fosse a vontade divina que, como um perfume, sobre eles baixa a cortina de seda do sono perfeito.

Não são apenas as crianças que esperam o Natal, com a alma cheia de ansiedade e de emoção. A gente grande também... As estrelas do broadcasting também tem a sua noite de Natal, também recebem a visita de Papai Noel.

Carioca imaginou o que seria a noite de Natal de algumas dessas figuras do meio radiofônico. E desse capricho de imaginação, desse lance de fantasia, eis os documentos colhidos pela nossa objetiva". Revista Carioca, dezembro de 1935.


Recadinho de Papai Noel
Carmen Miranda (1934)




"Carmen e Aurora Miranda, as duas estrelas do microfone e irmãs inseparáveis, 
dormem entre os brinquedos que o  bom velhinho lhes deixou..."


Se Papai Noel quisesse
Sylvio Caldas (1936)





"Enquanto Alzirinha Camargo dorme, Papai Noel lhe deixa
um punhado de lembranças".


A Bênção Papai Noel
Almirante (1934)





"As Irmãs Pagãs, precisamente por serem pagãs,
esquecidas por Papai Noel..."


Eu sou pobre, pobre, pobre
Aurora Miranda






"Yolanda Pereira, do cast da Rádio Guanabara, preferiu ficar desperta
para receber Papai Noel em pessoa..."


"Marília Baptista desperta, encantada e sorridente,
entre os brinquedos que Papai Noel lhe deu".








Agradecimento ao Arquivo Nirez que sempre nos apoiou.






sexta-feira, 11 de novembro de 2016

EDUARDO DAS NEVES - 97 ANOS DE SAUDADE




Há 97 anos, em 11 de novembro de 1919, falecia o cantor e compositor EDUARDO DAS NEVES.
Eduardo também era palhaço, violonista e letrista.

Nasceu no Rio de Janeiro em 1874, no bairro de São Cristóvão.


Trabalhou como guarda-freios da Estrada de Ferro Central do Brasil. Demitido, passou a ser soldado do Corpo de Bombeiros, de onde também foi expulso por frequentar as rodas boêmias com a farda da corporação.


Em 1895, aos 21 anos de idade, iniciou sua carreira artística, se tornando palhaço, violonista e cantor nos circos da cidade, como o Circo pavilhão Internacional (no Parque Rio Branco) e Teatro-Circo François. 

Era conhecido por "Palhaço Negro", Crioulo Dudu" ou "Dudu das Neves", entre outros apelidos. Simpático e carismático, Eduardo também se apresentava em cafés concertos, cantando modinhas, lundus e cançonetas, onde se acompanhava ao violão.

Em 1900, a Livraria Quaresma publicou sua primeira coletânea de versos, provavelmente de seu repertório, intitulada O cantor de Modinhas. Em 1902, essa mesma editora lançou o livro O trovador da malandragem, que fez sucesso por décadas.


Em 1902 compôs a marcha A Conquista do Ar - Santos Dumont, onde homenageava o piloto brasileiro que, um ano antes, havia ganho em Paris o Prêmio Deutsh, por contornar a Torre Eiffel em um dirigível, sendo reconhecido internacionalmente como o maior aeronauta do mundo e inventor do dirigível. Os versos de Eduardo das Neves tornaram-se célebres no Brasil inteiro:

"A Europa curvou-se ante o Brasil
E clamou parabéns em meio tom.
Brilhou, lá no céu, mais uma estrela
Apareceu Santos Dumont".

Ainda em 1903, a marcha foi lançada, pelo cantor Bahiano, em discos Zon-O-Phone.
Ainda receberia umas seis regravações durante a década de 1900.

Eduardo das Neves ainda organizou a serenata em homenagem a Santos Dumont, que foi realizada em 07 de setembro de 1903, um evento de grande importância nos primórdios da MPB. 
Para essa homenagem, ele reuniu alguns dos melhores chorões da época: Quincas Laranjeiras, Sátiro Bilhar, Mário Cavaquinho, Chico Borges, entre outros. 

Novamente, a Livraria Quaresma publicou, em 1905, mais um livro de Eduardo, intitulado Mistérios do Violão. No prefácio, ele escreveu algumas palavras revoltado com as suposições de que ele não era o autor de suas obras: "Porque duvidais, isto é, não acreditais quando aparece qualquer choro, qualquer composição minha que cai no gosto do público e é decorada, repetida por toda a gente e em toda parte, desde nobres salões até pelas esquinas nas horas mortas da noite?" 

Em 1907, começou a gravar seus discos na Casa Edison, onde logo se tornou um dos mais célebres cantores brasileiros. Em várias de suas músicas havia o retrato do cotidiano da cidade, O aumento das passagens, O bombardeio, A Guerra de Canudos, O Aquidaban, O Minas Gerais...

Aliás, essa última composição, O Minas Gerais, foi composta em homenagem ao encouraçado (navio de guerra) Minas Gerais, nau capitânia da Marinha de Guerra do Brasil. Ele se inspirou na melodia da canção napolitana  Vieni sul mar. A música, gravada por ele em 1912, fez muito sucesso. Com o tempo, as pessoas esqueceram que era uma homenagem a um navio e associaram-na ao Estado de Minas Gerais. A nova "homenagem" pegou e até hoje é cantada (e adaptada) em referência ao querido Estado brasileiro.

Eduardo das Neves foi o segundo cantor (o primeiro foi Bahiano) a gravar composições de José Barbosa da Silva, o Sinhô, quando este iniciava sua carreira. Ele registrou os sambas Confessa meu bemDeixe desses costumes e Só por amizade; este, sua última gravação, realizada em 10 de abril de 1919.

Na madrugada de 11 de novembro de 1919, uma terça-feira, na casa de seu filho Cândido das Neves (que era tipógrafo e trabalhava na Estrada de Ferro Central do Brasil)), cercado deste e de sua esposa, na Rua do Senado nº14, Rio de Janeiro, ele falecia. Estava muito pobre.

Segundo o jornal Correio da Manhã, ele fora vítima de um "ataque de gripe", e provavelmente tenha ocorrido depois de uma apresentação, segundo a pesquisadora Martha Abreu. O jornal O Paiz, já indicava que ele fora vítima de uma enfermidade do coração (também segundo o jornal, "adquirida na vida irregular que era obrigado a fazer").
Nessa época, ele voltava a trabalhar no Pavilhão Fluminense, onde estava contratado.

Deixava quatro filhos, dos quais, consegui identificar somente Cândido, Iracema e Laurinda.

Seu filho, Cândido das Neves, seria um de nossos maiores compositores, se destacando nos anos 20 e 30, usando também o pseudônimo de Índio, ou Índio das Neves.





Algumas gravações de Eduardo das Neves


Bolimbolacho
Lundu
Acompanhamento de Violão
Disco Odeon Record 108.072, matriz XR-605
Gravado e lançado em 1907




Marocas
Lundu
Disco Odeon Record 108.073
Gravado e lançado em 1907




Yayazinha (Eu tenho uma)
Lundu alegre
Disco Odeon Record 108.074, matriz XR-607
Gravado e lançado em 1907




Isto é Bom
Lundu de Xisto Bahia
Acompanhamento de violão
Disco Odeon Record 108.076, matriz XR-607
Lançado em 1907




Gargalhada (Pega na chaleira)
Cançoneta
Acompanhamento de violão
Disco Odeon Record 108.077, matriz XR-610
Gravado e lançado em 1907




A Sombra da Tarde
Modinha
Acompanhamento de violão
Disco Odeon Record 108.121
Lançado em 1910




Aninha Faceira
Lundu
Disco Odeon Record 108.675, matriz XR-1318
Gravado e lançado em 1912




O Bem Te Vi
Canção lundu de Casemiro Rocha
Acompanhamento de violão
Disco Odeon Record 108.672, matriz XR-1315
Gravado e lançado em 1912








Notícias de jornais



Correio da Manhã, quarta-feira 12 de novembro de 1919





O Paiz, quarta-feira 12 de novembro de 1919





O Paiz, quinta-feira, 19 de agosto de 1915





O Paiz, sexta-feira, 20 de agosto de 1915




O Paiz, terça-feira, 24 de agosto de 1915






Agradecimento ao Arquivo Nirez






Fontes:
http://www.dicionariompb.com.br/
O “crioulo Dudu”: participação política e identidade negra
nas histórias de um músico cantor (1890-1920) - Martha Abreu










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