quinta-feira, 31 de março de 2016

ARACY CÔRTES - 112 ANOS




Há 112 anos nascia ARACY CÔRTES, a grande intérprete do samba e Rainha do Teatro de Revista Brasileiro. 

Já a homenageamos em outras ocasiões e, como nunca é demais lembrá-la, trago algumas músicas de seu repertório para apreciarmos.




ZOMBA
Samba de Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.446-B, matriz 2765
Lançado em agosto de 1929




VAMOS JUNTÁ OS TRAPINHOS
Canção dolente de Pedro de Sá Pereira
Acompanhamento da Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.457-B, matriz 2816
Lançado em agosto de 1929




POETA DO SERTÃO
Cateretê de Eduardo Souto e Arlindo Leal
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.469-B, matriz 2.865
Lançado em outubro de 1929




BEM TE VI SEM VERGONHA
Samba de Freire Jr. e Luís Iglezias
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.526-A, matriz 3137
Lançado em janeiro de 1930




MINHA SANTA TEREZINHA
Canção de Pedro de Sá Pereira e Alfredo Breda
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.618-A, matriz 3555
Lançado em junho de 1930




SIM, MAS DESENCOSTA
Samba canção de Cândido das Neves (Índio)
Disco Odeon 10.664-A, matriz 3721
Lançado em agosto de 1930




NO ALTO DA SERRA
Samba de José Ferreira Lixa
Disco Odeon 10.664-B, matriz 3722
Lançado em agosto de 1930



CABOCLA CHEIROSA (ITASSUÇÊ)
Canção de Pedro de Sá Pereira e Alfredo Breda
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.681-A, matriz 3544
Lançado em setembro de 1930




MULATA REVOLTOSA
Marcha de Júlio Casado e Hildebrando da Luz
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.813-B, matriz 4099
Gravado em 24 de dezembro de 1930 e lançado em 1931




TÔ TE ESPIANDO
Marcha deFrere Jr.
Acompanhamento da Orquestra Copacabana
Disco Odeon 10.973-A, matriz 4591
Gravado em 19 de janeiro de 1933 e lançado em janeiro e fevereiro







terça-feira, 29 de março de 2016

O ROMANTISMO DE BRAGUINHA (JOÃO DE BARRO)

copacabana.com



O compositor João de Barro , o Braguinha, completaria hoje 109 anos.

Conhecido por suas marchas e sambas carnavalescos, ele também compôs várias músicas românticas, inclusive versões.


Trouxe algumas dessas composições para conferirmos seu lado romântico.




CANTIGA DE AMOR
Valsa
Gravada por Castro Barbosa
Acompanhamento da Orquestra Guanabara
Disco Odeon 11.009-B, matriz 131429
Gravado em 15 de julho de 1932 e lançado em junho de 1933



LENDA DOS TANGARÁS
Valsa
Gravada pelo Bando de Tangarás ao assobio
Acompanhamento de Henrique Brito ao violão
Disco Parlophon 13.178-A, matriz 3521
Gravado em 1930 e lançado em julho




QUEBRANTO
Canção gravada pelo próprio João de Barro
Acompanhamento de Henrique Brito ao violão
Disco Parlophon 13.178-B, matriz 3520
Gravado em 1930 e lançado em julho




SONHOS AZUIS
Valsa em parceria com Alberto Ribeiro
Gravada por Carlos Galhardo
Acompanhamento da Orquestra Copacabana
Disco Odeon 11.411-B, matriz 5423
Gravado em 20 de outubro de 1936 e lançado em novembro
Valsa do filme brasileiro João Ninguém.
Carlos Galhardo lançou uma outra gravação dessa música na mesma época.




AMAR ATÉ MORRER
Valsa em parceria com Alberto Ribeiro
Gravada por Carlos Galhardo
Acompanhamento da Orquestra Copacabana sob a direção de Simon Bountman
Disco Odeon 11.495-A, matriz 5593
Gravado em 07 de junho de 1937 e lançado em agosto




CIÚME SEM RAZÃO
Valsa em parceria com Alberto Ribeiro
Gravada por Orlando Silva
Acompanhamento dos Diabos do Céu
Disco Victor 34.225-A, matriz 806000-1
Gravado em 25 de agosto de 1937 e lançado em novembro




LINDA BORBOLETA
Valsa em parceria com Alberto Ribeiro
Gravada por Carlos Galhardo
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 34.365-B, matriz 80859-1
Gravado em 09 de agosto de 1938 e lançado em outubro




MARINHAS
Canção parceria com Alberto Ribeiro
Gravada por Nilton Paz
Acompanhamento de Orquestra de Cordas sob a direção de Romeu Ghipsman
Disco Columbia 55.068-A, matriz 147-1
Gravado em 10 de maio de 1939 e lançado em junho




SEMPRE O MESMO VELHO RIO
Valsa em parceria com Alberto Ribeiro
Gravada por Joel e Gaúcho
Acompanhamento de Aldo Taranto e Sua Orquestra
Disco Columbia 55.275-A, matriz 395
Gravado em 14 de maio de 1941 e lançado em junho




CONTINUAS EM MEU CORAÇÃO
Valsa em parceria com Alberto Ribeiro
Gravada por Dircinha Batista e Déo
Acompanhamento dos Milionários do Ritmo
Disco Continental 15.207-A, matriz 866-1
Gravado em 1944 e lançado em setembro













domingo, 27 de março de 2016

PROGRAMA ARQUIVO SONORO: ADEMILDE FONSECA

musica.uol.com.br

Há 04 anos a Rainha do Chorinho, Ademilde Fonseca, partia.
Para relembrá-la, nada melhor que ouvir algumas de suas gravações.













SUZANA FAINI COMPLETA 50 ANOS DE CARREIRA COM PEÇA NO SESC GINÁSTICO

Foto: Fabiano Cafure


A atriz Suzana Faini completa 50 anos de carreira em grande estilo.
Tendo estreado no Teatro Sesc Ginástico, a atriz volta ao local para comemorar com a peça "O como e o porquê", de Sarah Treem, ao lado de Alice Steinbruck, ambas dirigidas por Paulo de Moraes.

Inédita na América Latina, "O como e o porquê" estreia dia 31/03 (quinta), no Teatro Sesc Ginástico.


O encontro entre duas biólogas de gerações diferentes e que defendem teorias controversas é o ponto de partida da surpreendente comédia dramática “O como e o porquê”. A obra da americana Sarah Treem é inédita na América Latina e estreia dia 31/03 (quinta), às 20h, no Teatro Sesc Ginástico, com temporada até o dia 1/05, de quinta a domingo.

Dirigido por Paulo de Moraes, o espetáculo analisa a vida sob a perspectiva de duas mulheres. Suzana Faini interpreta Zelda, uma importante e conceituada bióloga da área evolutiva, vencedora do mais importante prêmio na ciência por sua “Teoria da Avó”. Ela defende a menopausa como uma vantagem evolutiva para os seres humanos, permitindo uma vida mais longa às mulheres. Alice Steinbruck interpreta Raquel, uma estudante de pós-graduação que sustenta a ideia da evolução da mulher a partir da capacidade de expulsar vírus e bactérias por meio da menstruação. O desconcertante encontro entre essas duas mulheres acontece às vésperas de uma importante conferência científica. Ao longo do espetáculo, o público se depara com grandes revelações.

Esta é a primeira tradução da obra americana, cujo título original é “The how and the why”. A versão em português é da atriz Alice Steinbruck, idealizadora do projeto.
- Este é um texto que estimula as pessoas a não desistirem de suas ideias e fala como encontrar o seu lugar no mundo. Ele me interessou muito e fui atrás para montá-lo aqui no Brasil - explica Alice.
Um espetáculo simples, surpreendente e que tem a assinatura de Maneco Quinderé na iluminação e figurinos de Desirée Bastos, com trilha sonora original de Bianca Gismonti.

Empolgada com a montagem, Suzana Faini comemora o fato de ter estreado como atriz há 50 anos substituindo Eva Wilma justamente no palco do Teatro Sesc Ginástico, com a peça “Oh, que delícia de guerra!”, dirigida por Ademar Guerra.
- Esta é uma feliz coincidência! - comemora a atriz.
Recentemente Suzana recebeu o Prêmio Cesgranrio como melhor atriz pela montagem “Família Lyons”.
  
Sarah Treem - Autora de sucessos da Broadway e roteirista veterana. Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Série Dramática para TV em 2015, por “The Affair”. É criadora e produtora da HBO em programas e séries de sucesso mundial, como “House of cards” e “In treatment”, que no Brasil recebeu o nome de “Sessão de Terapia”. Seus textos de teatro têm obtido grande sucesso nos Estados Unidos, sempre primando por encontrar o equilíbrio entre a dramaticidade e a inteligência na articulação de temas de amplo interesse para a sociedade, como política, ciência e medicina.

Suzana Faini - Bailarina de formação, estreou como atriz no Teatro Sesc Ginástico com a peça “Oh, que delícia de guerra”, substituindo Eva Wilma, em 1966. Estreou na televisão em 1969, na novela “Rosa Rebelde”, da Globo. No currículo, mais de 40 produções televisivas, mais de 10 filmes e dezenas de montagens teatrais. Em 2015 recebeu indicação ao Prêmio Cesgranrio por melhor atriz com o espetáculo “Família Lyons”. Este ano comemora 50 anos de carreira.

Alice Steinbruck - Atriz, dramaturga e diretora. Formada em interpretação pela CAL – Casa das Artes de Laranjeiras. Assinou direção, roteiro e atuou na peça “Desejo”, adaptação de “Um bonde chamado desejo”, de Tennessee Williams. Também escreveu, dirigiu e fez a cenografia da montagem “Torpedos”, encenada no Centro Cultural Solar de Botafogo.
  
Paulo de Moraes - Cenógrafo, diretor e dramaturgo. Como cenógrafo ganhou o Prêmio Shell em 2001, com o espetáculo “Da Arte de Subir em Telhados”. Na sequência, montou "Pessoas Invisíveis", sobre a obra de Will Eisner; “Casca de Noz”, adaptação de “As Cosmicômicas”, de Ítalo Calvino; entre outras. Em 2005 dirigiu “Toda Nudez Será Castigada”, de Nelson Rodrigues, pela qual recebeu o Prêmio Shell de melhor diretor. Em 2008 recebeu o Prêmio Shell de melhor texto por “Inveja dos Anjos”.

Além dos trabalhos com a Armazém Companhia de Teatro, assinou a direção de “FLAP!”, para a Intrépida Trupe, em 2001; “O Pequeno Eyolf”, de Henrik Ibsen, em 2004; “Fala Baixo Senão Eu Grito”, de Leilah Assumpção; e “Pequenos Milagres”, projeto do Grupo Galpão. 





Ficha Técnica:

Texto: Sarah Treem
Tradução: Alice Steinbruck
Direção e Cenografia: Paulo de Moraes
Elenco: Suzana Faini e Alice Steinbruck
lluminação: Manéco Quinderé
Trilha sonora original: Bianca Gismonti
Figurinos: Desirée Bastos
Fotos e Desenho Gráfico: Fabiano Cafure
Coach Alice Steinbruck: Zé Wendel Soares
Coach Suzana Faini: Rogério Freitas
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Marketing Cultural: Gheu Tibério
Assistente de Marketing Cultural: Andréa Tonia
Produção Executiva: Carin Louro
Direção de Produção: Sandro Rabello

Serviço:

“O Como e o Porquê” – Estreia nacional
Teatro Sesc Ginástico
Endereço: Av. Graça Aranha, 187 – Centro - Telefone: (21) 2279-4027
Estreia: 31/03 (quinta), às 20h.
Temporada até 1/05 (domingo).
Horários: quinta a sábado, às 19h. Domingo, às 18h.
Preço: R$ 5 (associados Sesc), R$ 10 (estudantes e idosos) e R$ 20.
Classificação: 16 anos
Duração: 80 min.
Gênero: Comédia dramática
Realização: Sesc.












quinta-feira, 24 de março de 2016

JANUÁRIO DE OLIVEIRA - 114 ANOS




Há 114 anos, nascia no Rio de Janeiro, em 24 de março de 1902, o cantor, humorista e compositor Januário de Oliveira Januário de Oliveira Chirico).
Januário de Oliveira consolidou sua carreira em São Paulo.

Reproduzo o texto de uma outra postagem, onde ele interpretou Sinhô: http://zip.net/bgpbWQ

Estreou na Rádio Sociedade, indo depois para a Rádio Clube do Brasil. O compositor Sinhô (José Barbosa da Silva), o levou para São Paulo em 1929, para tomar parte em um espetáculo, no Theatro Municipal dessa cidade, que apoiava a candidatura de Júlio prestes à Presidência da República, promovido pelo Clube da Antropofagia.

Curiosidade: Nesse evento houve o lançamento do samba de Sinhô, Eu Ouço Falar, abordando Júlio Prestes. 

Em São Paulo, Januário de Oliveira passou a se apresentar, por intermédio de Sinhô, na Rádio Educadora Paulista (hoje Gazeta). Também foi um dos principais artistas contratado pela gravadora Columbia, tendo gravado quase todos os seus discos nessa empresa.

Em 1938, Januário de Oliveira veio ao Ceará em uma bem sucedida excursão. Ele ficou hospedado no célebre Excelsior Hotel, na Praça do Ferreira.

Foi um dos pioneiros da gravadora Columbia no Brasil, onde gravou cerca de 59 discos e 103 músicas, no período de 1929 a 1938.

Nos anos 40, ele voltou ao Rio de Janeiro. Fazia humorismo nos Cassinos e na Rádio Nacional e imitava com perfeição todas as vozes de uma opereta: barítono, tenor, soprano, contralto.

Estava em São Paulo, novamente, onde pegou o advento da televisão, mas, logo seria apenas empresário artístico, até falecer, em 22 de fevereiro de 1963.
Januário de Oliveira foi um dos grandes intérpretes de nossa música. Hoje, esquecido pela maioria das pessoas e lembrado por poucos que se interessam em descobrir nosso passado musical. Sua discografia é de primeiríssima qualidade, revelando o que de melhor havia em sambas, canções, valsas, no final dos anos 20 e durante os anos 30.


Felizmente, ele seria relembrado pelo selo Revivendo de Curitiba, fundado pelo saudoso pesquisador Leon Barg. Foi através dessa empresa que conheci o trabalho de Januário de Oliveira. Entre as músicas que mais me marcaram estavam Cauhã e Engenho Novo.



Gravações de Januário de Oliveira na Victor



MARLI (A Dor do Abandono)
Valsa de Arnaldo Pescuma
Acompanhamento de Harry Korsarin e Seus Almirantes
Disco Victor 33.665-A, matriz 65710-1
Gravado em 17 de março de 1933 e lançado em junho



HÁ NOS TEUS OLHOS UM LUAR
Valsa de Joubert de Carvalho
Acompanhamento de Harry Korsarin e Seus Almirantes
Disco Victor 33.665-B, matriz 65709-1
Gravado em 17 de março de 1933 e lançado em junho



OH VEM POR DEUS
Canção de André Filho
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 33.733-A, matriz 65707-1
Gravado em 12 de abril de 1933 e lançado em abril de 1934



NA ORFANDADE
Canção de André Filho
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 33.733-B, matriz 65708-1
Gravado em 12 de abril de 1933 e lançado em abril de 1934



SONHO E REALIDADE
Valsa de Milton Amaral
Acompanhamento do Grupo do Canhoto
Disco Victor 33.864-A, matriz 797222-1
Gravado em 11 de outubro de 1934 e lançado em dezembro



ALMA DA NOITE
Valsa de José Maria de Abreu e Osvaldo Santiago
Acompanhamento do Grupo do Canhoto
Disco Victor 33.864-B, matriz 797223-1
Gravado em 11 de outubro de 1934 e lançado em dezembro



TORTURA DE AMOR
Valsa de Valentina Biosca e Heitor Catumbi
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 33.919-A, matriz 79727-2
Gravado em 12 de outubro de 1934 e lançado em abril de 1935



MEU DESTINO
Valsa de José Maria de Abreu e Carlos Rego Barros de Souza
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 33.919-B, matriz 79728-2
Gravado em 12 de outubro de 1934 e lançado em abril de 1935









OLEGÁRIO MARIANO - 127 ANOS



Há 127 anos nascia o poeta e compositor OLEGÁRIO MARIANO.

Olegário Mariano Carneiro da Cunha nasceu em Recife (PE), a 24 de março de 1889.
Era da conhecida família pernambucana Carneiro da Cunha. Aos outo anos, foi morar no Rio de Janeiro. 

Dedicou-se à literatura, publicando seu primeiro livro, Visões de Moço, aos quinze anos. Foi membro da Academia de Ciências de Lisboa e, em 1926, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Ainda, segundo o site Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira, Olegário “em 1945, foi foi Delegado da Academia Brasileira de Letras na Conferência Inter-Americana de Lisboa para o acôrdo ortográfico. Em 1953, foi nomeado pelo presidente Getúlio Vargas embaixador do Brasil em Portugal”.

Em 1927, no auge de sua carreira literária, recebeu a visita do médico e compositor Joubert de Carvalho, que havia musicado dois poemas seus, Cai, cai balão e Tutú marambá. A parceria renderia 21 músicas.

Vários outros compositores, como Marcello Tupynambá musicaram seus poemas.
Alguns de seus monólogos foram gravados por Procópio Ferreira.
Também foi gravado por grandes intérpretes como Aracy Côrtes, Francisco Alves e Gastão Formenti. 


Olegário Mariano faleceu no Rio de Janeiro em 28 de novembro de 1958.



SEU ZÉ RAIMUNDO
Toada Sertaneja
Gravada por Patrício Teixeira
Disco Odeon Record 123.136
Lançado em 1926



MEU BRASIL
Declamação pelo autor, Olegário Mariano
Disco Parlophon 12.853-B, matriz 1934
Lançado em 1928



DESALENTO
Valsa Modinha
Gravada por Patrício Teixeira
Acompanhamento de dois violões
Disco Odeon 10.239-B, matriz 1687
Lançado em setembro de 1928




AS DUAS SOMBRAS
Declamação pelo autor dos versos, Olegário Mariano
Hekel Tavares é autor da música
Acompanhamento de Romeo Ghipsman ao violino e Hekel Tavares ao Piano
Disco Parlophon 12.833-A, matriz 1908-I
Lançado em setembro de 1928



KREMESSE
Monólogo
Gravado por Procópio Ferreira
Disco Odeon 10.259-A, matriz 1942
Lançado em outubro de 1928



PIRULITO
Poesia
Declamada por Didi Caillet
Disco Odeon 10.395-A, matriz 2584
Gravado em 15 de maio de 1929 e lançado em junho



A POLÍCIA JÁ FOI LÁ EM CASA
Samba canção em parceria com Júlio Cristobal
Gravado por Aracy Côrtes
Acompanhamento da Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.426-A, matriz 1656
Lançado em julho de 1929




O CARREIRO
Canção em parceria com Hekel Tavares
Gravado por Januário de Oliveira
Acompanhamento de Hekel e Giraldini
Disco Columbia 5.139-B, matriz 380485-1
Lançado em fevereiro de 1930













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