quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

VIRGÍNIA LANE - 99 ANOS


VIRGÍNIA LANE
"Virgínia Lane, encantadora figura do mundo artístico carioca,
'estrela' de 'shows', de cinema e de radio".
A Noite Illustrada, 11 de novembro de 1941.
Arquivo Nirez


Há 99 anos nascia a cantora, vedete e compositora VIRGÍNIA LANE, A Vedete do Brasil.

Virgínia Giacone nasceu no Rio de Janeiro em 28 de fevereiro de 1920.

Dos seis aos quatorze anos de idade foi interna do Colégio Regina Coeli. Em seguida, estudou no famoso Instituto Lafayette, em Botafogo, cujo diretor era pai da futura atriz Beatriz Segall.

Por um período, estudou com a bailarina Maria Olenewa na Escola de Bailados do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Iniciou sua carreira como cantora em 1935, aos quinze anos de idade, na Rádio Mayrink Veiga, sendo apresentada pelo locutor César Ladeira como Garota Bibelô. Depois, atuaria na Rádio Tupi.


A Noite Illustrada, 1941
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Revista da Semana, 1941
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Em 1941, Virgínia Lane atuaria no filme Laranja da China, dirigido por Ruy Costa, onde cantava o samba Cai, Cai, de Roberto Martins, que Carmen Miranda cantaria no filme Uma Noite no Rio, também em 1941.
Nesse mesmo ano, Virgínia Lane também apareceria no filme Entra na Farra, dirigido por Luiz de Barros.


Virgínia Lane
Arquivo Nirez


Virgínia Lane
Arquivo Nirez


Em 1943 passou a trabalhar como corista do Cassino da Urca, também atuando como crooner e dançarina, participando das orquestras de Carlos Machado, Vicente Paiva e Kolman. Também atuaria ao lado das orquestras de Rei Ventura, Tommy Dorsey e Benny Goodman.

Chegou a filmar uma cena para o filme Samba em Berlim, dirigido por Luiz de Barros em 1943, onde cantava a marcha O Danúbio Azulou, de Nássara e Frazão. Porém, a cena foi cortada pela censura do Estado Novo, pois, no cenário, à frente onde Virgínia cantava, aparecia a figura de Stalin, que naquele momento era um dos líderes dos aliados antinazistas.

Morou alguns anos na Argentina. Mas apresentava-se em cassinos do Brasil, como o Icaraí e Quitandinha.


O Malho, 1944
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Em 1946 gravou seu primeiro disco pela Continental, trazendo a marcha Maria Rosa, de Oscar Belandi e Dias da Cruz, e o samba Amei Demais, de José M. da Silva e Ciro de Souza.

Em 1946, com o fechamento dos cassinos no Brasil, Virgínia Lane saiu em excursão pela Argentina, México, Estados Unidos, Espanha, Portugal e Japão. Ao voltar, em 1948, atuou na revista Um Milhão de Mulheres, de Chianca de Garcia, encenada no Teatro Carlos Gomes, do Rio de Janeiro. Foi um grande sucesso em sua carreira, rendendo-lhe um contrato com a companhia de Walter Pinto, onde trabalhou por quatro anos em peças no Teatro Recreio.


Comoedia, 1946
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Comoedia, 1947
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Na década de 1950, Virgínia Lane se consagrou como uma das maiores vedetes de nosso país, sendo considerada pelo presidente Getúlio Vargas como a Vedete do Brasil. Segundo boatos e a própria Virgínia, ela e Getúlio tiveram um romance.

Em 1951 ela lançaria um grande sucesso que marcaria sua carreira, a marcha Sassaricando, de Jota Jr., Oldemar Magalhães e Luís Antônio, lançada na revista Eu Quero Sassaricá, de Luíz Iglezias e Freire Jr. Ela também gravaria a marcha em disco Todamérica, também em 1951, e cantaria no filme Tudo Azul, dirigido em 1951 por Moacyr Fenelon. Sassaricar virou uma expressão maliciosa, usada até hoje.




Nos primórdios da televisão no Brasil, Virgínia Lane apresentou os programas, Espetáculos Tonelux e Coelhinho Teco-Teco, este último o primeiro programa infantil de nossa TV, onde ela contava histórias infantis vestida de coelhinho.

Virgínia Lane seguiu sua carreira pelas décadas seguintes, sempre com muito sucesso. Uma de suas últimas aparições foi na novela Belíssima, da Rede Globo, onde, aos 85 anos de idade, ainda exibia uma bela forma física e as belas pernas que encantaram gerações.

Morando em Volta Redonda (RJ) desde os anos 70, Virgínia Lane chegou a ser Secretária de Turismo. Ela morava sozinha, sendo acompanhada por sua filha adotiva. Era muito amiga da cantora Elisinha Coelho, que também morava em Volta Redonda. Elisinha me contava que, quando Virgínia ia visita-la em sua casa, situada em cima de uma agência do Banco do Brasil, todas as pessoas que estava na fila da agência faziam questão de cumprimentar Virgínia.

Uma de suas últimas aparições públicas foi em janeiro de 2014, quando foi coroada Embaixatriz do Carnaval, na cidade de Belém do Pará.


Ensaio para a Revista O Cruzeiro, 1942


























Virgínia Lane faleceu em Volta Redonda (RJ), em 10 de fevereiro de 2014, poucas semanas antes de completar 94 anos de idade.


Trago várias gravações de Virgínia Lane realizadas entre 1946 e 1955, entre elas, a clássica Sassaricando em uma inconfundível interpretação.



MARIA ROSA
Marcha de Oscar Belandi e Dias da Cruz
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Benedito Lacerda e Seu Conjunto
Disco Continental 15.587-A, matriz 1391-1
Lançado em janeiro de 1946



AMEI DEMAIS
Samba de José M. da Silva e Ciro de Souza
Gravado por Virgínia Lane
Acompanhamento de Benedito Lacerda e Seu Conjunto
Disco Continental 15.587-B, matriz 1392-1
Lançado em janeiro de 1946



BANANA
Marcha de Luís Antônio, Jota Jr. e Paulo Gesta
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Astor e Seu Conjunto
Disco Todamérica TA-5.121-A, matriz TA-199
Gravado em 03 de outubro de 1951 e lançado em novembro



SASSARICANDO
Marcha de Jota Jr., Oldemar Magalhães e Luís Antônio
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Astor e Seu Conjunto
Disco Todamérica TA-5.121-B, matriz TA-200
Gravado em 03 de outubro de 1951 e lançado em novembro



SANTO ANTÔNIO CASAMENTEIRO
Marcha de Antônio Almeida e Alberto Ribeiro
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Conjunto
Disco Todamérica TA-5.163-A, matriz TA-265
Gravado em 10 de abril de 1952 e lançado em maio



BALÃO
Marcha de Luís Antônio
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Conjunto
Disco Todamérica TA-5.163-B, matriz TA-266
Gravado em 10 de abril de 1952 e lançado em maio



CADÊ RITINHA?
Rancheira de José Roberto
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Conjunto
Disco Todamérica TA-5.194-A, matriz TA-315-1
Gravado em 01 de janeiro de 1952 e lançado em agosto



FIAU FIAU
Baião de José Roberto
Gravado por Virgínia Lane
Acompanhamento de Conjunto
Disco Todamérica TA-5.194-B, matriz TA-316-1
Gravado em 01 de janeiro de 1952 e lançado em agosto



BARNABÉ
Samba de Ubirajara Mendes
Gravado por Virgínia Lane
Acompanhamento de Conjunto
Disco Todamérica TA-5.229-A, matriz TA-359-1
Gravado em 25 de agosto de 1952 e lançado em outubro



SACA O PÃO
Marcha de Ubirajara Mendes
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Conjunto
Disco Todamérica TA-5.229-B, matriz TA-360-1
Gravado em 25 de agosto de 1952 e lançado em outubro



LÁ VEM A COBRA GRANDE
Marcha de Antônio Almeida e João de Barro
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Abel e Seu Conjunto
Disco Todamérica TA-5.248-A, matriz TA-386-1
Gravado em 07 de outubro de 1952 e lançado em novembro



VAI LEVANDO (A CONFUSÃO É GERAL)
Marcha de Antônio Almeida
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Abel e Seu Conjunto
Disco Todamérica TA-5.248-B, matriz TA-385-1
Gravado em 30 de setembro de 1952 e lançado em novembro



MORRO
Samba de Luís Antônio
Gravado por Virgínia Lane
Acompanhamento de Orquestra
Disco Todamérica TA-5.326-A, matriz TA-513
Gravado em 21 de julho de 1953 e lançado em agosto



PRIMAVERA
Marcha de Antônio Almeida
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Orquestra
Disco Todamérica TA-5.326-B, matriz TA-514
Gravado em 21 de julho de 1953 e lançado em agosto



AMENDOIM TORRADINHO
Baião de Luísa Pereira e Freitas Carvalho
Gravado por Virgínia Lane
Acompanhamento de Guio De Morais e Seus Parentes
Disco Todamérica TA-5.443-A, matriz TA-677
Gravado em 22 de junho de 1954 e lançado em agosto



ME ARREPIO TODA
Baião de Zé Tinoco
Gravado por Virgínia Lane
Acompanhamento de Guio De Morais e Seus Parentes
Disco Todamérica TA-5.443-B, matriz TA-678
Gravado em 22 de junho de 1954 e lançado em agosto



MARCHA DA PIPOCA
Marcha de Luís Bandeira e Arsênio de Carvalho
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Orquestra
Disco Todamérica TA-5.492-A, matriz TA-739
Gravado em 05 de outubro de 1954 e lançado em novembro



MARCHA DO FIU-FIU
Marcha de Virgínia Lane e Nelson Castro
Gravada por Virgínia Lane
Acompanhamento de Orquestra
Disco Todamérica TA-5.492-B, matriz TA-740
Gravado em 05 de outubro de 1954 e lançado em novembro



MORENO DO SAMBA
Samba de Nelson Castro
Gravado por Virgínia Lane
Acompanhamento de Orquestra
Disco Todamérica TA-5.569-A, matriz TA-865
Gravado em 02 de agosto de 1955 e lançado em setembro



CHORINHO GOSTOSO
Choro de Virgínia Lane
Gravado por Virgínia Lane
Acompanhamento de Orquestra
Disco Todamérica TA-5.569-B, matriz TA-866
Gravado em 02 de agosto de 1955 e lançado em setembro











Agradecimento ao Arquivo Nirez (http://arquivonirez.com.br)
Fonte - http://dicionariompb.com.br/virginia-lane




CHIQUINHA GONZAGA - 84 ANOS DE SAUDADE

CHIQUINHA GONZAGA
lounge.obviousmag.org


Há 84 anos falecia a compositora, regente e pianista CHIQUINHA GONZAGA.

Francisca Hedwiges de Lima Neves Gonzaga nasceu no Rio de Janeiro em 17 de outubro de 1847.

Era filha de Rosa Maria de Lima e José Basileu Neves Gonzaga, que viria a ser marechal de campo.

Vinda de uma tradicional família, Chiquinha Gonzaga começou cedo os estudos de piano, demonstrando talento musical quando, aos onze anos de idade, compôs sua primeira música, a canção natalina Canção dos Pastores. Aos 16 anos de idade foi obrigada pelo pai a se casar com o oficial da marinha mercante, Jacinto Ribeiro do Amaral, oito anos mais velho que ela. O casal teve três filhos: João Gualberto, Maria do Patrocínio e Hilário.

Foi obrigada a acompanhar o marido à Guerra do Paraguai, e após esse episódio o abandona. Seu pai a expulsa de casa e Chiquinha leva consigo o filho mais velho, João Gualberto. Em uma segunda união, com o engenheiro João Batista de Carvalho Júnior, ela teria mais uma filha, Alice, que ficou com o pai quando eles se separaram.

Mulher forte e à frente de seu tempo, Chiquinha Gonzaga se voltou para a música, lecionando piano e tocando em bailes. Em 1977, lançou seu primeiro sucesso, a polca Atraente.

Seu nome foi ficando cada vez mais conhecido no meio musical e cultural do Rio de Janeiro, sendo amiga e acompanhando o trabalho de compositores como Joaquim Callado e Henrique Alves de Mesquita.

Foi pioneira no Brasil em vários aspectos: foi a primeira mulher a compor para o teatro e nossa primeira maestrina.

Em 1885, compôs a partitura da opereta A Côrte na Roça, de Palhares Ribeiro. Se a peça em si não fez sucesso, suas músicas agradaram a crítica e o público.

Compondo vários sucessos para o teatro e partituras musicais, Chiquinha Gonzaga lançaria em 1899 a primeira e mais conhecida marcha de carnaval, Abre Alas, feita especialmente para o rancho carnavalesco Rosas de Ouro, que ensaiava perto de sua casa. Nesse mesmo ano conheceu seu futuro companheiro, João Batista Gonzaga. Na época, ela tinha 52 anos e ele 16 e, por a diferença de idade, apresentavam-se como mãe e filho.

A partir de 1902 a obra de Chiquinha Gonzaga foi gravada em discos. O cantor Bahiano registrou algumas de suas composições, seguido por Senhorita Odette, que também registrou algumas páginas do repertório da maestrina. Outros artistas de prestígio da época, como Pepa Delgado, Mário Pinheiro, Os Geraldos (Nina Teixeira e Geraldo Magalhães) também gravariam seus sucessos, fora um grupo feito em sua homenagem, o Grupo Chiquinha Gonzaga, que gravaria várias de suas composições.


Selo do disco Manhã de Amor, de Chiquinha Gonzaga.
Gravado por Senhorita Odette e lançado em 1903.
Arquivo Nirez


Chiquinha Gonzaga foi dona de uma vida riquíssima em experiências e talento, que ela explorou e exibiu da melhor forma através de suas composições, seja no teatro ou no disco. Morou um período, no final da década de 1900, em Portugal. Porém, em 1912 estava no Brasil musicando a célebre burleta Forrobodó, para o qual compôs o dueto cômico Sá Zeferina que, anos mais tarde, viraria a romântica canção Lua Branca, sucesso até hoje.

Também comporia a música de peças como A Sertaneja, onde Pepa Delgado lançou a belíssima canção homônima, em 1915, sendo gravada em 1932 por Jayme Vogeler.

Chiquinha Gonzaga compôs até por volta de seus 85 anos.
Ela faleceria, aos 87 anos, em pleno Carnaval de 1935, no dia 28 de fevereiro, no Rio de Janeiro.


Outras postagens sobre Chiquinha Gonzaga:

Por ocasião dos 80 anos de seu falecimento, postamos várias informações sobre ela (http://bit.ly/chiquinha80saudade), bem como divulgamos a descoberta de um disco onde a própria compositora se anuncia e executa suas músicas (http://bit.ly/chiquinhavozepiano).

Nesse link http://bit.ly/chiquinha79saudades, você confere os jornais de 01 de março de 1935 que falaram sobre Chiquinha Gonzaga.


Chiquinha Gonzaga interpretada por Senhorita Odette: http://bit.ly/2J5Xsg8

A Côrte na Roça - Opereta de 1885: http://bit.ly/2OYsM5R



Para homenagear essa artista ímpar e de grande importância para nossa cultura, trago trinta gravações de suas obras realizadas entre 1903 e 1932.




BEIJOS
Valsa de Chiquinha Gonzaga com letra de Luiz Murat e Alfredo de Souza
Gravada por Senhorita Odette
Disco Zon – O – Phone X-696
Lançado em 1903




MANHÃ DE AMOR
Balada de Chiquinha Gonzaga com letra de C. C.
Gravada por Senhorita Odette
Disco Zon – O – Phone X-699, matriz X699II
Lançado em 1903




CÔRTE NA ROÇA
Valsa de Chiquinha Gonzaga com letra de Francisco Sodré
Gravada por Senhorita Odette
Disco Zon – O – Phone X-702
Lançado em 1903




POESIA E AMOR
Canção de Chiquinha Gonzaga com letra de Casimiro de Abreu
Gravada por Senhorita Odette
Disco Zon – O – Phone X-705
Lançado em 1903




O ABACATE
Cançoneta de Chiquinha Gonzaga, Tito Martins e Gouveia.
Gravado por Pepa Delgado
Acompanhamento de piano
Disco Odeon Record 10.059, matriz R-379
Lançado em 1904
Da Revista “Cá e Lá”




CAFÉ IDEAL
Maxixe de Chiquinha Gonzaga e letra de Tito Martins, com o refrão da melodia de Oh, sole mio.
Gravado por Pepa Delgado
Acompanhamento de piano
Disco Odeon Record 10.074
Lançado em 1904
De Revista “Cá e Lá”




CORTA JACA
Maxixe de Chiquinha Gonzaga com letra do ator Machado Careca
Gravado por Pepa Delgado e Mário Pinheiro
Acompanhamento de piano
Disco Odeon Record 40.392
Lançado em 1906




RODA YOYÔ
Dueto de Chiquinha Gonzaga e Ernesto de Souza
Gravado pelos Geraldos (Nina Teixeira e Geraldo Magalhães)
Disco Odeon Record 40.496
Lançado em 1906




A BANDOLEIRA
Cançoneta de Chiquinha Gonzaga
Sobre a melodia Machuca, também de Chiquinha Gonzaga
Gravada por Pepa Delgado
Acompanhamento de piano
Disco Odeon Record 40.531
Lançado em 1906




SACY PERERÉ
Dueto com melodia de Chiquinha Gonzaga, o autor dos versos é desconhecido.
Gravado por Os Geraldos
Disco Odeon Record 108.285, matriz XR-845
Gravado em 1906
Obs. Na partitura vem como tango brasileiro.




A BAIANA E O CAPADÓCIO
Dueto de Chiquinha Gonzaga
Gravado pelos Geraldos (Nina Teixeira e Geraldo Magalhães)
Disco Odeon Record 70.040, matriz 70040-4
Lançado em 1907
Obs. Mesma melodia de Yayá Fazenda etc e tal!, com novos versos acrescidos.




DONA ADELAIDE (D´ADELAIDE)
Cançoneta Alegre de Chiquinha Gonzaga e José Patrocínio Filho
Gravada por Mário Pinheiro
Disco Odeon Record 108.185, matriz XR-722
Lançado em 1909




O FADO E A MODINHA
Dueto de Chiquinha Gonzaga
Gravado por Medina de Souza e Olímpio Nogueira
Acompanhamento de Orquestra
Disco Victor Record 98.818
Lançado em 1909




TE AMO
Tango de Chiquinha Gonzaga
Gravado pelo Grupo Chiquinha Gonzaga
Disco Columbia Record 11.824
Lançado em 1910




A BAIANA DOS PASTÉIS
Cançoneta de Chiquinha Gonzaga
Gravada por Risoletta
Disco Columbia 12155
Gravado em 1910





MACHUCA
Cançoneta de Chiquinha Gonzaga com versos de Patrocínio Filho
Gravada por Risoletta
Acompanhamento de piano
Disco Columbia Record 12.193
Lançado em 1910




OS NAMORADOS DA LUA
Serenata de Chiquinha Gonzaga
Gravada por Mário Pinheiro
Disco Victor Record 98.950
Lançado em 1910




MENINA FACEIRA
Tango de Chiquinha Gonzaga
Gravado por Mário Pinheiro
Acompanhamento de violão
Disco Victor Record 98.952
Lançado em 1910




TRIGUEIRA
Fado Canção de Chiquinha Gonzaga
Gravado por Almeida Cruz
Disco Columbia Record B-88
Lançado em 1912




ABRE ALAS
Marcha de Chiquinha Gonzaga com a adaptação para dobrado feita por Santos Bocot
Gravado pela Banda da Casa Edison
Disco Odeon Record 120.174, matriz RX-1723
Lançado em fevereiro de 1913




ATRAENTE
Polca de Chiquinha Gonzaga
Gravada pelo Grupo Chiquinha Gonzaga
Disco Odeon Record 120.918
Lançado em fevereiro de 1914




PLANGENTE
Valsa de Chiquinha Gonzaga
Gravada pelo Grupo Chiquinha Gonzaga
Disco Odeon Record 120.929
Lançado em 1914




BIONE (ADEUS)
Tango de Chiquinha Gonzaga
Gravada pelo Grupo Chiquinha Gonzaga
Disco Odeon 120.930
Lançado em 1914




FALENA
Valsa de Chiquinha Gonzaga
Gravada pelo Grupo Chiquinha Gonzaga
Disco Odeon Record 120.933
Lançado em 1914




LUA BRANCA
Canção de Chiquinha Gonzaga
Gravada por Gastão Formenti
Acompanhamento de J. Otaviano ao piano
Disco Odeon 10.420-A, matriz 2521-I
Gravado em 20 de abril de 1929 e lançado em julho




FOGO FOGUINHO
Samba Canção de Chiquinha Gonzaga e Viriato Correia
Gravado por Helena Pinto de Carvalho
Acompanhamento de Max Cardoso e Arnaldo Pescuma aos violões e coro
Disco Victor 33.325-A, matriz 50371-2
Gravado em 05 de julho de 1930 e lançado em agosto




SOU MORENA
Canção de Chiquinha Gonzaga e Viriato Correia
Gravada por Helena Pinto de Carvalho
Acompanhamento de Orquestra e Coro
Disco Victor 33.325-B, matriz 50369-2
Gravado em 05 de julho de 1930 e lançado em agosto




CHINELINHA DO MEU AMOR
Canção de Chiquinha Gonzaga e Viriato Correia
Gravada por Helena Pinto de Carvalho
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 33.342-A, matriz 50370-1
Gravado em 05 de julho de 1930 e lançado nesse mesmo ano




SÁ ZEFERINA
Cena Cômica de Chiquinha Gonzaga
Gravada por Pinto Filho e Maria Vidal
Acompanhamento de Conjunto
Disco Parlophon 13.199-B, matriz 3695
Gravado em 1930 e lançado em setembro




A SERTANEJA
Canção de Chiquinha Gonzaga e Viriato Correia
Gravada por Jayme Vogeler
Acompanhamento da Orquestra Copacabana
Disco Odeon 10.912-A, matriz 4428
Gravado em 06 de abril de 1932 e lançado nesse mesmo ano











Agradecimento ao Arquivo Nirez










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