quarta-feira, 23 de março de 2016

BERTA LORAN - 90 ANOS

BERTA LORAN
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Hoje, a atriz e comediante brasileira BERTA LORAN completa 90 anos.
Nascida na Polônia, Berta veio ao Brasil em 1937, trabalhando em teatros judaicos.
Berta se dedicou ao teatro, cinema e TV.

No cinema, um de seus destaques foi a personagem Ninon Ervilha, no filme Garotas e Samba, dirigido por Carlos Manga. O personagem era uma clara referência à estrela mexicana Ninon Sevilla.
Na TV, destacou-se no humorístico A Escolinha do professor Raimundo, como a portuguesa Manuela D´Além-Mar.
Aos 90 anos, ela está aposentada pela Rede Globo, mas, espera voltar a trabalhar em breve.



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domingo, 20 de março de 2016

DATAS 20/03: ERNESTO NAZARETH, JOAQUIM CALADO, EROTIDES DE CAMPOS, NOZINHO E NORA NEY

O dia de hoje, 20 de março, marca as seguintes datas.


JOAQUIM CALLADO




Há 136 anos falecia o compositor e flautista Antônio Joachim da Silva Callado,
Foi a figura principal na implantação do Choro em nossa música.
Entre suas composições, podemos destacar Flor Amorosa, que faz sucesso até hoje.


Altamiro Carrilho, aos 87 anos, toca Flor Amorosa:






EROTIDES DE CAMPOS

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Há 71 anos falecia o compositor Erotides de Campos.
Tinha o pseudônimo de Jonas Neves.
Um de seus maiores sucessos foi a valsa Ave Maria.
Também é autor de A Casinha Onde Nasci, que integrava o repertório de Dercy Gonçalves, quando era cantora.

Ave Maria, cantada por Francisco Alves em 1948:







NORA NEY


Há 94 anos nascia Iracema de SOuza ferreira, mais conhecida como Nora Ney.
Cantora de sucesso a partir dos anos 50, foi ela quem gravou o primeiro rock no Brasil, Rock Around the Clock.
Porém, tinha um repertório romântico de sucesso, com clássicos como Ninguém Me Ama.






NOZINHO



Há 54 anos falecia Nozinho, cantor e locutor, um dos pioneiros na gravação de discos no Brasil e também locutor da antiga Casa Edison. Seu repertório era eclético, composto de modinhas, lundus, cançonetas, duetos, canções. Também gravou em outras gravadoras, como Columbia Record e Favorite Record.

DEPÕE, OH MUSA
Lundu gravado por Nozinho em 1912
Acompanhamento de violão
Disco Columbia Record B-245, matriz 11931







ERNESTO NAZARETH



Há 153 anos nascia o pianista e compositor Ernesto Nazareth.
Um dos maiores compositores que nós tivemos, o pioneiro Nazareth, deixou obras de alto valor, como Odeon.

Odeon, executado por Maria Tereza Madeira:








quinta-feira, 17 de março de 2016

PATRÍCIO TEIXEIRA - 123 ANOS




Há 123 anos nascia o cantor, violonista, compositor e professor de violão PATRÍCIO TEIXEIRA.

Nascido em 17 de março de 1893, no Rio de Janeiro, Patrício Teixeira não conheceu seus pais.
Trabalhou como vendedor até iniciar-se na vida artística carioca. Nos anos 20 começou a gravar ainda no processo mecânico, enquanto dava aulas de violão. Durante o processo elétrico de gravações e com o advento do rádio, tornou-se bastante conhecido e estimado pelo público.

Entre suas alunas, se destacaram Olga Praguer Coelho, que ficaria internacionalmente famosa como folclorista e sendo considerada a melhor violonista do mundo.

Patrício Teixeira faleceu em 09 de outubro de 1972, no Rio de Janeiro.



Trouxe as quinze gravações elétricas que ele realizou na Odeon Record em 1926.

Obs. A gravação de Bambo Bambu, que seria sucesso nos EUA na voz e interpretação de Carmen Miranda, também teve versão de Brand Horta. Aqui, a versão é do próprio Patrício Teixeira em parceria com Donga (Ernesto dos Santos).



PRESO POR UM BEIJO
Fado tango de Freire Jr.
Acompanhamento de Conjunto Regional
Disco Odeon Record 122.958




RANCHINHO DESFEITO
Toada de Donga (Ernesto dos Santos)
Acompanhamento de violão e cavaquinho
Disco Odeon Record 122.959




MAGNÓLIA
Canção de Emil Waldteufel e Catulo Cearense
Disco Odeon Record 122.960



BAMBO BAMBU
Embolada Musical
Da autoria de Patrício Teixeira e Donga (Ernesto dos Santos)
Disco Odeon Record 122.961




CANÇÃO DO CEGO
Modinha de Catulo Cearense
Acompanhamento de bandolim e violão
Disco Odeon Record 122.962



ROUXINOL
Modinha de Patrício Teixeira
Acompanhamento de bandolim e violão
Disco Odeon Record 122.963



BENTEVI (sic)
Modinha Cateretê de Catulo Cearense
Acompanhamento de Conjunto Regional
Disco Odeon Record 122.964



SERRANA
Canção Sertaneja
Disco Odeon Record 122.965




TRISTEZAS DO JECA
Toada Paulista de Angelino de Oliveira
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon Record 123.134



ARUÊ ARUÁ
Toada Nortista de Catulo Cearense
Disco Odeon Record 123.135




ADEUS QUIMA
Toada Nortista de Catulo Cearense
Disco Odeon Record 123.137




AJUEIA CHIQUINHA
Embolada de motivo popular, adaptação de João Pernambuco
Disco Odeon Record 123.144




CRATO
Canção Sertaneja de João Pernambuco
Acompanhamento de violões
Disco Odeon Record 123.145




JANDAIA
Canção sertaneja de João Pernambuco
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon Record 123.162




SEU COITINHO PEGUE O BOI
Embolada de João pernambuco
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon Record 123.163









Agradecimento ao Arquivo Nirez
















quarta-feira, 16 de março de 2016

JOSUÉ DE BARROS - 128 ANOS

Revista O Violão, janeiro de 1929.



Há 128 anos nascia o compositor, violonista, letrista, bandolinista e cantor JOSUÉ DE BARROS.

Josué de Barros é mais conhecido por ter descoberto a cantora Carmen Miranda.
Porém, o que poucos sabem é que ele foi um ótimo violonista e compositor inspirado, entre outras atividades.

Nascido em Salvador (Bahia), no dia 16 de março de 1888, Josué Borges de Barros era descendente do Visconde da Pedra Branca (Domingos Borges de Barros, que foi advogado, escritor, diplomata e político).

Em 1904, Josué e seu irmão Otaviano foram para o Rio de Janeiro em formaram a dupla Irmãos Barros. Como não obtiveram sucesso, retornaram à Bahia. 

Novamente no Rio, Josué assina um contrato com a gravadora Columbia e lança sua composição Aventureira (uma polca que ele interpretou ao violão) em disco, no ano de 1910.

Pouco depois, com os também baianos Duque e Arthur Castro, viajou à Europa. Sem muito êxito, conseguiram com a embaixada brasileira em Paris o retorno, com uma escala em Lisboa. Aí, ele e Arthur Castro obtiveram êxito e foram contratados para gravar alguns discos em Berlim, pela Decca Records. Sozinho, voltou para Salvador.

Em 1928, Josué retornou ao Rio de Janeiro. 
Nesse mesmo ano a grande estrela do teatro musicado, Aracy Côrtes, gravou a canção sertaneja da autoria de Josué, Chora Violão. Uma delícia de composição, melodia e interpretação.  

Em 1929 conheceu a jovem Carmen Miranda em uma festa. Começou a lhe ensinar canto e dar dicas sobre interpretação. Quem também ia recebendo os conselhos musicais de Josué, era a pequena Aurora, irmã de Carmen que, aos 13 anos ainda não sonhava em se tornar cantora. A jovem Carmen, fã do trabalho de Aracy, tratou de aprender Chora Violão incorporou em seu repertório de cantora amadora. Quando cantava essa música, era a sua melhor imitação de Aracy Côrtes.




Josué de Barros, à esquerda, sentado com o violão.


Gravando suas composições ao violão, cantando ou ainda entregando a outros intérpretes, Josué de Barros foi deixando sua marca em belas músicas.


A cantora Jesy Barbosa, em sua primeira gravação (na Victor, em 1929), registrou uma música de Josué: Olhos Pállidos. Jesy seria eleita, em 1930, Rainha da Canção Regional.

Em 1932, acompanhado de seu filho Betinho, Carmen Miranda, Roberto Vilmar e Mário Cabral, fez uma excursão à Argentina, com muito sucesso. Ficou morando nesse país (em Buenos Aires) por seis anos, onde foi chefe de orquestra.

Em 1938, ao retornar ao Brasil, se afastou da carreira artística. Em 1953, ele daria uma entrevista e explicaria o motivo de seu afastamento: “De volta ao Brasil encontrei muita coisa mudada. O rádio tomava rumos diferentes daqueles que eu deixara (...) Por outro lado eu já estava velho, muito velho mesmo. Preferi ceder lugar ao moços (...) Minha tarefa estava extinta.”.

Até aposentar-se, Josué foi funcionário do Ministério da Educação.

Josué de Barros faleceu no Rio de Janeiro em 30 de novembro de 1959, quatro anos depois de sua pupila Carmen Miranda.

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Josué de Barros e Carmen Miranda





Em setembro de 1929, após acompanhar Carmen em algumas rádios, Josué a levou para gravar seu primeiro disco na Brunswick, recém instalada no Brasil. Ela gravou duas músicas de sua autoria: o samba Não Vá Simbora e o o choro Se o Samba é Moda. Carmen é acompanhada pelo Trio Barros, do qual ele fazia parte e, talvez, seu filho Betinho.

Como o disco demoraria a ser lançado (somente em janeiro de 1930) e isso atrapalharia na divulgação do trabalho da cantora, Josué a levou para um teste na Victor (também recém instalada aqui), onde o compositor e violonista Rogério Guimarães, amigo de Josué, era o diretor artístico. Rogério gostou da voz de Carmen e ela foi contratada. Seu primeiro disco na Victor trazia também músicas de Josué: Triste Jandaya, canção toada, e Dona Balbina, samba. O acompanhamento foi feito pelos violões de Josué e do próprio Rogério Guimarães.

A secretária da Victor lembrava que, ao ouvir a prova, a jovem cantora começou a rir, e sentou-se no chão, batendo palmas, emocionada com o resultado.

Depois disso, enquanto o primeiro disco de Carmen chegava às lojas, também era lançado o seu terceiro na Victor trazendo a marcha de Joubert de Carvalho, P´ra Você Gostar de Mim, mais conhecida como Taí, que fez um estrondoso sucesso, alavancando a carreira da jovem e eclipsando o disco da Brunswick. Hoje, porém, os dois discos (principalmente o gravado na Brunswick) são raridade total.


Curiosidades:

  • Em 1915, Josué de Barros casa-se com Hozana de Barros, que era sobrinha do marechal Floriano Peixoto. Tiveram os filhos: Zuleika, Odete e Alberto Borges de Barros.
  • Josué de Barros era pai dos artistas Alberto Borges de Barros (o Betinho) e Zuleika Borges de Barros. Betinho, além de violonista e compositor de sucesso, também ficou famoso por introduzir o rock´n roll no Brasil. Zuleika, com o pseudônimo de Neyde de Barros, fez sucesso nos anos 30 como cantora.
  • Além de descobrir Carmen Miranda, Josué também revelou o grupo Bando da Lua. O interessante é que Carmen e o Bando fariam sucesso nos EUA e em Hollywood a partir de 1939.
  • Foi Josué quem introduziu no Brasil o violão elétrico, em 1929.
  • Ao lado de Carmen Miranda, compôs a marchinha Por Ti Estou Presa, que Carmen gravou no final de 1930.
  • Gravação histórica: No final de 1929, na Victor, Josué foi gravar um batuque humorístico de sua autoria, História de um Capitão Africano, onde misturava um pequeno esquete com batuque, tendo temas do candomblé. Nessa gravação, além de Josué, participam o cantor Breno Ferreira e a própria Carmen Miranda, que por acaso estavam pelo estúdio. Breno interpreta o feitor e Carmen, a mulatinha que vai interceder pelo moleque. Ainda uma cantora desconhecida, Carmen já mostrava seu carisma. Foi a única vez que Josué e ela gravaram juntos, cantando.

Breno Ferreira, Carmen Miranda e Josué de Barros, 1930.


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Josué de Barros e sua filha, a cantora Neyde de Barros.



Gravações de Josué de Barros

Babaô Miloquê
Batuque africano
Interpretado pelo autor
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 33.253-A, matriz 50113-3
Gravado em 22 de novembro de 1929 e lançado em janeiro de 1930



Tome Disso
Polca interpretada pelo autor e seu filho Alberto Barros (Betinho) ao violão
Disco Victor 33.484-A, matriz 65200-2
Gravado em 22 de julho de 1931 e lançado em novembro desse ano.



Gemidos d´Alma
Valsa
Interpretada pelo autor e seu filho Alberto Barros (Betinho) ao violão
Disco Victor 33.484-B, matriz 65201-2
Gravado em 22 de julho de 1931 e lançado em novembro desse ano.



Sinhá, Sinhô
Marcha interpretada pelo autor e coro
Acompanhamento de Simão e sua Columbia Orquestra
Disco Columbia 22.006-B, matriz 380947
Lançado em janeiro de 1931



Minha Cachacinha
Samba interpretada pelo autor e coro
Acompanhamento de Simão e sua Columbia Orquestra
Disco Columbia 22.006-B, matriz 380953
Lançado em janeiro de 1931




Gravações da autoria de Josué de Barros

MINHA PAIOÇA
Canção Sertaneja
Gravada por Gastão Formenti
Acompanhamento de piano e violão
Disco odeon 11.095-B, matriz 2065
Gravado em 24 de outubro de 1928 e lançado em 1934.
Obs. Nesse mesmo ano, Gastão Formenti gravou essa música na Parlophon e o disco foi lançado ainda em 1928.



CONSEIO DE CABOCLO
Toada Sertaneja
Gravada por Breno Ferreira
Acompanhamento do Choro Victor
Disco Victor 33.212-A, matriz 50004-4
Gravado em 04 de junho de 1929 e lançado em novembro



CORAÇÃO MAGOADO
Tanguinho Canção
Gravado por Jesy Barbosa
Acompanhamento de violões e bandolim
Disco Victor 33.320-B, matriz 50322-2
Gravado em 14 de junho de 1929 e lançado em agosto



OLHOS PÁLIDOS
Canção
Gravada por Jesy Barbosa
Acompanhamento da Orquestra Victor de Salão
Disco Victor 33.208-A, matriz 50037-1
Gravado em 11 de setembro de 1929 e lançado em novembro



DONA BALBINA
Samba
Gravado por Carmen Miranda
Acompanhamento de Rogério Guimarães e Josué de Barros aos violões
Disco Victor 33.249-B, matriz 50131-1
Gravado em 04 de dezembro de 1929 e lançado em janeiro de 1930



SAMBA FURÔ
Samba
Gravado por Sebastião Rufino
Acompanhamento da Orquestra Brunswick
Disco Brunswick 10.091-A, matriz 466
Lançado em setembro de 1930



VAMOS BRINCAR
Marcha
Gravada por Carmen Miranda
Acompanhamento de Orquestra e Coro
Disco Victor 33.399-B, matriz 65064-2
Gravado em 16 de dezembro de 1930 e lançado em janeiro de 1931



NÃO, MEU BEM
Samba
Gravado por Sônia Veiga
Acompanhamento da Orquestra Columbia
Disco Columbia 22.143-B, matriz 381307
Lançado em 1932




DEIXA
Samba
Gravado por Sônia Veiga
Acompanhamento da Orquestra Columbia
Disco Columbia 22.143-B, matriz 381308
Lançado em 1932




VOCÊ
Samba
Gravado por Sônia Bulamarqui
Acompanhamento de Simão e Sua Columbia Orquestra
Disco Columbia, 22.079-B, matriz 381152
Lançado em  1932
Gravado originalmente por Anna de Albuquerque Mello em 1930




AMANHEÇA O DIA
Samba
Gravado por Sônia Bulamarqui
Acompanhamento de Simão e Sua Columbia Orquestra
Disco Columbia, 22.078-B, matriz 318148
Lançado em janeiro de 1932




VAMOS DAR VALOR
Samba
Gravado por Sonia Bulamarqui
Disco Columbia, 22.085-B, matriz 381162
Lançado em fevereiro de 1932




O PREÇO DA FELICIDADE
Samba
Gravado por Jonjoca e Castro Barbosa
Acompanhamento da Orquestra Guanabara
Disco Parlophon 13.432-A, matriz 131435
Gravado em 13 de agosto de 1932 e lançado em maio de 1933




CANTANDO AO LUAR PRA VOCÊ
Fox trot
Gravado por Sílvio Pinto
Acompanhamento da Orquestra Copacabana
Disco Odeon 11.060-B, matriz 4657
Gravado em 27 de abril de 1933 e lançado em outubro




A POLCA DO VÉIO
Polca
Gravado por Betinho e Seu Conjunto
Disco Copacabana 5.478-B, matriz M-1263
Lançado em outubro e novembro de 1955










Agradecimento ao Arquivo Nirez

Fontes:
http://carmen.miranda.nom.br
http://www.onordeste.com
http://hemerotecadigital.bn.br/





segunda-feira, 14 de março de 2016

CASTRO ALVES, ISMAEL SILVA e BENEDITO LACERDA

A data de hoje, 14 de março, marca o nascimento e/ou falecimento dos seguintes artistas.



CASTRO ALVES



Há 169 anos nascia o poeta Castro Alves, um dos maiores nomes do Romantismo brasileiro e árduo defensor da abolição. Teve algumas poesias publicadas, como Gondoleiro do Amor, aqui na voz de Olga Praguer Coelho.


GONDOLEIRO DO AMOR
Modinha com poema de Castro Alves e música de Salvador Fábregas
Gravado por Olga Praguer Coelho, acompanhada de violões
Disco Victor 34.105-B, matriz 80181-1
Gravado em 30 de julho de 1936 e lançado em novembro





ISMAEL SILVA




Há 38 anos falecia o compositor e cantor Ismael Silva, um dos maiores compositores que já tivemos, um dos que deram uma nova faceta ao samba, no começo dos anos 30. Entre os clássicos que compôs, trouxemos o samba Se Você Jurar, na voz de Francisco Alves e Mário Reis.


SE VOCÊ JURAR
Samba de Ismael Silva, Nilton Bastos e Francisco Alves
Gravado por Francisco Alves e Mário Reis
Acompanhamento da Orquestra Copacabana
Disco Odeon 10.747-B, matriz 4080
Gravado em 05 de dezembro de 1930 e lançado em janeiro de 1931





BENEDITO LACERDA



Há 113 anos nascia o compositor, músico, flautista, regente e cantor Benedito Lacerda. Um dos grandes nomes de nossa música. Fez o acompanhamento para vários artistas, entre 1935 e 1938, na gravadora Odeon. Também deixou uma série de gravações ao lado de Pixinguinha.
Aqui, temos o choro Pretencioso (sic), de sua autoria e gravado por ele mesmo.



PRETENSIOSO
Choro de Benedito Lacerda
Gravado pelo autor com o acompanhamento do Grupo Gente do Morro
Disco Odeon 10.993-A, matriz 131449
Gravado em 06 de outubro de 1932 e lançado em abril de 1933











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