quarta-feira, 6 de julho de 2016

CASTRO ALVES - 145 anos de saudade




Há 145 anos falecia o poeta CASTRO ALVES.



Ele escreveu o poema Sonho da Bohemia - Dama Negra - em homenagem à atriz Eugênia Câmara, sua companheira.
Ao poema foi adicionado melodia e gravado por Mário Pinheiro no início do século XX, em duas ocasiões.




EUGÊNIA
Modinha 
Poesia de Castro Alves
Gravada por Mário Pinheiro com acompanhamento de violão
Disco Odeon Record 40.611
Gravado em 1905



VAMOS, EUGÊNIA

Modinha 
Poesia de Castro Alves
Gravada por Mário Pinheiro 
Disco Victor Record 99.721
Gravado em 1910





SONHO DA BOHEMIA

- DAMA NEGRA -



I

Vamos, meu anjo, fugindo,
A todos sempre sorrindo,
Bem longe nos ocultar...
Como boêmios errantes,
Alegres e delirantes
Por toda a parte a vagar.




II



Há tanto canto na terra

Que uma vida inteira encerra!...
E que vida!... Um céu de amor!
Seremos dois passarinhos,
Faremos os nossos ninhos
Lá onde ninguém mais for.


III

Uma casinha bonita,
Lá na mata que se agita
Do vento ao mole soprar,
Com as folhas secas da selva
Com o lençol verde da relva
Oh! quanto havemos de amar!...


IV

De manhã, inda bem cedo,
Hás de acordar, anjo ledo,
Junto do meu coração...
Ao canto alegre das aves
As nossas canções suaves,
Quais preces se ajuntarão.


V

Passearemos à sesta...
Sonharemos na floresta,
Sempre felizes, meu Deus!...
Nalma lânguida esteira,
Quanta cantiga faceira
Ouvirei dos lábios teus!...


VI

E à noite, no mesmo leito
Reclinada no meu peito,
Hei de ouvir os cantos teus.
A cada estrofe bonita
No teu seio, que palpita,
Terás cem beijos, por Deus!


VII

Farei poesias ou versos
Aos teus olhinhos perversas
Aos teus "anhos, meu bem!
Tu cantarás, é Manola,
Aquela moda espanhola
Que tantos requebros tem!


VIII

Depois, que lindas viagens!...
Veremos novas paisagens,
No sul, no norte, onde for...
Voando sempre, querida,
Co'a primavera da vida,
Co'a primavera do amor.


IX

Vamos, meu anjo, fugindo,
A todos sempre sorrindo
Bem longe nos ocultar.
Como boêmios errantes
Que repetem delirantes:
"P'ra ser feliz basta amar"!










CANINHA - 133 ANOS

CANINHA
http://cifrantiga3.blogspot.com.br/



Há 133 anos nascia o compositor José Luís de Morais, mais conhecido como CANINHA.

Nascido no Rio de Janeiro, no bairro de Jacarepaguá, em 06 de julho de 1883, Caninha é considerado um dos pioneiros do início do samba, tendo sido amigo de Donga, Pixinguinha, João da Bahiana, Heitor dos Prazeres, entre outros.  Era filho de um carpinteiro e um de seus avós era violonista. Ainda criança mudou-se para a Cidade Nova. Quando, aos oito anos, ficou órfão, foi morar com uma prima de seu pai, fugindo de casa aos 12 anos.

No Méier, trabalhou em uma padaria e depois passou a vender roletes de cana, o que lhe valeu o apelido de Caninha Doce e, com o tempo, Caninha. Trabalhou ainda como pedreiro, ajudante de mecânico na Marinha mercante e foi dono de pontos de venda de jornais na Central do Brasil.
Posteriormente, ingressou como operário de carpintaria na Alfândega do Rio de Janeiro. Também trabalhou no guichê de venda de selos de imposto.

Ainda jovem, passou a frequentar as casas das tias baianas da Cidade Nova, entre elas a casa da famosa Tia Ciata. Estudou cavaquinho com Adolfo Freire.

Em 1942 caninha se casou, mas, não teve filhos. Em 1945 se aposentou, após trabalhar 20 anos na Alfândega e mais 21 na Recebedoria do Distrito Federal.

Faleceu no Rio de Janeiro, em casa, a 16 de junho de 1961, prestes a completar 78 anos de idade no bairro de Olaria. Curiosamente, um ano antes ele foi dado como morto e homenageado pela prefeitura do Distrito Federal, que colocou seu nome junto a compositores desaparecidos, como Sinhô e Noel Rosa.

Em 1919, teve seus sambas carnavalescos Ninguém escapa do feitiço (seu primeiro grande sucesso)e Até parece coisa feita, gravados na Odeon Record respectivamente pelo Grupo Oito Emissários e pelo Grupo do Além.

Em 1920, Bahiano gravou Que vizinha danada e Essa nega qué me dá, ambos sambas carnavalescos.
Ainda nos anos 20 foi o principal rival de Sinhô na disputa do título de Rei do Samba, que coube a Sinhô.

Teve suas músicas gravadas nos anos 20 e 30 e em 1954 participou, ao lado de Pixinguinha, Donga, João da Bahiana, Alfredinho Flautim e outros, do festival da velha Guarda organizado por Almirante.

Fonte: http://dicionariompb.com.br/




NINGUÉM ESCAPA DO FEITIÇO
Samba carnavalesco
Gravado pelo Grupo dos Oito Emissários
Disco Odeon Record 121.658
Lançado em 1920



ATÉ PARECE COISA FEITA
Samba carnavalesco
Gravado pelo Grupo do Além
Disco Odeon Record 121.674
Lançado em 1920



QUEM VEM ATRÁS FECHA A PORTA (ME LEVA SEU RAFAEL)
Samba carnavalesco
Gravado por Bahiano e Izaltina
Acompanhamento de Conjunto
Disco Odeon Record 121.729
Lançado em 1920



QUE VIZINHA DANADA
Samba carnavalesco
Gravado pelo Grupo do Moringa
Acompanhamento de clarineta, cavaquinho, violão e trombone
Disco Odeon Record 121.955
Lançado em 1921



NA BAHIA
Maxixe
Gravado por Fernando
Acompanhamento de Coro e do Jazz Band Sul Americando de Romeu Silva
Disco Odeon Record 122.778
Lançado em 1925



ROSINHA
Samba carnavalesco
Gravado por Arthur Castro
Acompanhamento de Coro e da Orquestra Pan American do Cassino Copacabana
Disco Odeon Record 123.189
Gravado em 1926 e lançado em dezembro



JÁ QUEBROU Marcha carnavalesca
Gravada por Frederico Rocha
Disco Odeon Record 123.232, matriz 1085
Lançado em dezembro de 1926 ou janeiro de 1927



O QUE É NOSSO
Samba carnavalesco
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Pan American do Cassino Copacabana
Disco Odeon Record 123.270, matriz 1128
Lançado em janeiro de 1927



VOU ME VINGAR
Samba
Gravado por Mário Reis
Acompanhamento da orquestra Pan American
Disco Odeon 10.299-B, matriz 2127
Lançado em dezembro de 1928



NÃO FUI EU
Samba
Gravado por Jonjoca
Disco Odeon 10.579-B, matriz 3367
Lançado em fevereiro de 1930



GAIVOTA DO AMOR
Samba
Gravado por Yolanda Osório
Acompanhamento da Orquestra Brunswick
Disco Brunswick 10.125-A, matriz 540
Lançado em janeiro de 1931










Agradecimento ao Arquivo Nirez pelas músicas.















terça-feira, 5 de julho de 2016

GEORGES MORAN - 116 ANOS

GEORGES MORANhttp://opontodosmusicos.blogspot.com.br/




Há 116 anos nascia o maestro e compositor GEORGES MORAN.

Nascido em São Petesburgo, Rússia, em 05 de julho de 1900, Georges Moran estudou piano e violino. Sendo judeu russo, imigrou para a Alemanha em 1923, onde se casou. Porém, com a ascensão do nazismo ao poder fugiu para a França em 1934, viajando para o Brasil no mesmo ano.

Foi sócio do Sindicato dos Músicos e um dos fundadores da UBC e da ABCA, entidades arrecadadoras de direitos autorais. Em 1969, tornou-se um dos primeiros músicos populares a receber a aposentadoria. Os seus seis últimos anos de vida foram vividos de forma precária em moraria modesta em São Paulo. Foi acometido de derrame cerebral, sendo socorrido pela filha, aonde veio a falecer em 07 de outubro de 1974, no Lar João XXIII.

Quando chegou ao Brasil, em 1934, iniciou sua carreira artística como instrumentista tocando balalaica, sendo chamado de artista excêntrico. Tocando piano e violino fez parte de diversos pequenos conjuntos. Também trabalhou em revistas teatrais e fez shows em cassinos, além de atuar em estações de rádio.

Lançou várias músicas de sucesso, gravadas pelos melhores intérpretes de sua época.
Vamos conferir.



VINTE E QUATRO HORAS SEM AMOR
Fox canção em parceria com Osvaldo Santiago
Gravado por Carlos Galhardo
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 34.307-A, matriz 80531-1
Gravado em 12 de julho de 1937 e lançado em maio de 1938



MEU SONHO É SÓ MEU
Valsa em parceria com Osvaldo Santiago
Gravado por Carlos Galhardo
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 34.307-B, matriz 80532-1
Gravado em 12 de julho de 1937 e lançado em maio de 1938



BALALAIKA
Valsa em parceria com Armando O. Fernandes
Gravada por Orlando Silva
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 34.376-B, matriz 80886-1
Gravado em 02 de setembro de 1938 e lançado em novembro



PERFUME DE MULHER BONITA
Valsa em parceria com Osvaldo Santiago
Gravada por Carlos Galhardo
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 34.415-B, matriz 80995-1
Gravado em 26 de janeiro de 1939 e lançado em fevereiro e março



ROSALI
Fox Blue
Gravado por Nuno Roland
Acompanhamento da Orquestra Odeon sob a direção de Simon Bountman
Disco Odeon 11.714-B, matriz 6028
Gravado em 10 de março de 1939 e lançado em maio



ZÍNGARO
Fox Romance Russo
Gravado por Orlando Silva
Acompanhamento de Orquestra
Disco Victor 34.494-A, matriz 33083-1
Gravado em 01 de junho de 1939 e lançado em outubro



NINOTCHKA
Valsa em parceria com Cristóvão de Alencar
Gravada por Sílvio Caldas
Acompanhamento de Orquestra
Disco Victor 80-0080-B, matriz S-05733-1
Gravado em 02 de março de 1943 e lançado em maio



PRIMAVERA EM FLOR
Fox Canção em parceria com J. G. de Araújo Jorge
Gravado por Odete Amaral
Acompanhamento da Orquestra Odeon sob a direção de Fon Fon
Disco Odeon 12.299-A, matriz 7222
Gravado em 12 de março de 1943 e lançado em maio



OI IAIÁ BAIANA
Valsa em parceria com Freitas Guimarães
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Fon Fon e Sua Orquestra
Disco Odeon 12.465-B, matriz 7548
Gravado em 24 de abril de 1944 e lançado em julho



UMA OUTRA VEZ
Valsa em parceria com Otávio Santiago
Gravada por Dircinha Batista
Acompanhamento de Napoleão e Seus Soldados Musicais
Disco Continental 15.213-A, matriz 878-1
Gravado em 1944 e lançado em setembro














segunda-feira, 4 de julho de 2016

MARCELO TUPYNAMBÁ - 63 anos de saudade

Marcelo Tupynambá
www.concerto.com.br



Há 63 anos falecia o compositor, pianista e violinista MARCELO TUPYNAMBÁ.
Fernando Álvares Lobo nasceu em Tietê (SP), a 29 de maio de 1889. Era filho do maestro Eduardo Álvares Lobo e de Maria Rodrigues de Azevedo. Seu pai regia a banda Santíssima Trindade, em Tietê. Seu tio Elias também era maestro.

Aprendeu a tocar piano de ouvido e estudou violino com Savino Benedictis.

Começou a conviver com a música nos primeiros anos da infância. Em 1904, já morando em Itapetininga (onde a família se mudou quando ele tinha cinco anos) e matriculado no Ginásio São José de Pouso Alegre (MG), chegou a executar diversos instrumentos e deu os primeiros passos em seus estudos de regência. Entre seus colegas estava o futuro colega Metotti Del Picchia.

Aos 15 anos excursionou pelo interior de São Paulo, acompanhando o flautista Pattápio Silva.

Em 1911, começou o curso de engenharia civil na Politécnica de São Paulo. Nessa ocasiçao, optou por adotar um pseudônimo para assinar suas composições, uma vez que o diretor do estabelecimento era radicalmente contra ao fato de estudantes quererem ser músicos.

Em 1914, fazendo uma referência aos indígenas brasileiros e ao personagem da ópera La Bohème, optou pelo nome Marcelo Tupynambá.

Como Marcelo Tupynambá abraçou a carreira musical e como Fernando Álvares Lobo se tornou engenheiro civil, quando se formou em 1916.

Em 1917, transferiu-se para Barretos e exerceu a profissão de engenheiro até 1923, onde interrompeu o trabalho devido a uma doença nos olhos. Uma vez afastado da engenharia, voltou-se totalmente para a música, compondo e apresentando-se em espetáculos.

Em 1918 se casou co Irene de Menezes, tendo o casal uma filha, Cecília de Menezes Lobo.

Em 1914, Marcelo Tupynambá musicou a revista São Paulo Futuro, de Danton Vampré, estreada em São Paulo no Teatro São José. Em 1916, a canção homônima seria gravada por Bahiano.

Continuou compondo e colaborando com algumas peças, tendo suas músicas gravadas.
Nos anos 20 e 30 vários intérpretes gravariam suas músicas, tanto no processo mecânico como no elétrico.

Em 1931 teve sua toada, Esse Jeitinho Que Você Tem, cantada por Helena Pinto de Carvalho no filme Coisas Nossas, de 1931, nosso primeiro filme musical.

Musicou poemas de Manuel bandeira, Mário de Andrade, Guilherme de Almeida, Coelho Neto, entre outros, e teve suas composições gravadas por Abigail Maia, Sylvinha Mello, Francisco Alves, Vicente Celestino, Gastão Formenti e Bidu Sayão, entre outros artistas.

Marcelo Tupynambá faleceu em São Paulo (SP), em 04 de julho de 1953.


Marcelo Tupynambá
www.concerto.com.br




SÃO PAULO FUTURO
Maxixe
Gravado por Bahiano
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon Record 120.986
Matriz R-16
Lançado em 1916



PIERRÔ
Tanguinho
Gravado pela Orquestra Pickman
Disco odeon Record 121.338
Gravado em 1917 e lançado em agosto
Obs. Na mesma época seria gravada com letra por Mário Pinheiro.



MARICOTA SAI DA CHUVA
Tanguinho
Gravado pelo Grupo O Passos no Choro
Acompanhamento de flauta, Cavaquinho e Violão
Disco Odeon Record 121.515
Lançado em 1919



PALHAÇO
Foxtrot
Gravado por Fernando
Disco Odeon Record 122.815
Lançado em 1925




CABOCLA APAIXONADA
Toada Sertaneja
Gravada por Fernando
Acompanhado de Coro
Disco Odeon Record 122.816
Lançado em 1925



PARAGUAYTA
Tango
Gravado por Albênzio Perrone
Disco Odeon 10.061-A, matriz 1371
Lançado em novembro de 1927



CANÇÃO DA GUITARRA
Canção
Gravada por Roberto Vilmar
Disco Odeon 10.142-A, matriz 1431
Lançado em março de 1928



RUANA
Canção sertaneja em parceria com Arlindo Leal
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Rádio Central
Disco Odeon 10.215-A, matriz 1675
Gravado em 1928 e lançado em agosto

  

BALAIO
Maxixe
Gravado por Jesy Barbosa e Mário Pessoa
Acompanhamento da Orquestra Victor
Disco Victor 33.219-A, matriz 50065-2
Gravado em 28 de setembro de 1929 e lançado em novembro



NOITE DE ENCANTO
Valsa
Gravada por Gastão Formenti
Acompanhamento da Orquestra Brunswick
Disco Brunswick 10.095-B, matriz 467
Lançado em setembro de 1930



ESSE JEITINHO QUE VOCÊ TEM
Toada Brejeira cantada por Helena Pinto de Carvalho no filme Coisas Nossas, de 1931
Gravada por Helena Pinto de Carvalho
Acompanhamento de Orquestra Típica e Coro
Disco Columbia 22.054-B, matriz 381081-2
Lançado em outubro de 1931

  

CASTELO DE CARTAS
Valsa
Gravada por Gastão Formenti
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 33.669-A, matriz 65688-1
Gravado em 29 de março de 1933 e lançado em junho













sexta-feira, 1 de julho de 2016

OLIVIA DE HAVILLAND - 100 ANOS DA GRANDE ESTRELA

OLIVIA DE HAVILLAND
http://www.oliviadehavillandonline.com/




Hoje, a querida atriz OLIVIA DE HAVILLAND completa 100 anos.


Ela mora em Paris há várias décadas 

Seu filme mais lembrado é o antológico ... E O Vento Levou, de 1939, onde interpretou a meiga Melanie Hamilton. Aliás, Olivia é a única atriz do elenco principal viva. Curiosamente, seu personagem é o único que morre no filme.

De todo o elenco creditado somente ela e o ator que interpretou seu filho (Beau) estão vivo. O ator se chama Mickey Khun e nasceu em 21 de setembro de 1932. Porém, o bebê que aparece como filho de Melanie também está vivo e se chama Greg Giese, nascido em 24 de setembro de 1939; ele também foi aproveitado para ser o bebê de Scarlett O´Hara. Ele não teve o nome citado nos créditos.



Como Melanie Hamilton, 1939.
www.theaceblackblog.com


Teste de maquiagem.
http://cine-espresso.blogspot.com.br/



Olivia Mary de Havilland nasceu em Tóquio, Japão, em 01 de julho de 1916. Seus pais eram naturais do Reino Unido.

Em 1933, ela estreou no teatro interpretando Alice, em Alice No País das Maravilhas, baseado na obra homônima de Lewis Carrol.


Como a personagem Alice, 1933.
pt.wikipedia.org/

Estreou nas telas em 1935, onde fez vários filmes, entre eles Sonho de Uma Noite de Verão, baseado na obra homônima de Shakespeare, onde interpretou Hermínia.

Antes de ... E O Vento Levou, Olivia já era uma atriz consagrada nas telas, tendo estrelado vários sucessos, muitos ao lado de Errol Flynn. Ao todo, foram:

Capitão Blood (Capitain Blood) - 1935, interpretou Arabella Bishop

A Carga da Brigada Ligeira (The Charge of the Light Brigade) -  1936, interpretou Elsa Campbell

As Aventuras de Robin Hood (The Adventures of Robin Hood) - 1938, interpretou Lady Marian Fitzwalter

Amando Sem Saber (Four's a Crowd) - 1938, interpretou Lorri Dillingwell

Uma Cidade Que Surge (Dodge City) - 1939, interpretou Abbie Irving

Meu Reino Por Um Amor (The Private Lives of Elizabeth and Essex) - 1939, interpretou Lady Penelope Gray

A Estrada de Santa Fé (Santa Fe Trail) - 1940, interpretou Kit Carson Holliday

O Intrépido General Custer (They died with their boots on) - 1941, interpretou Elizabeth Bacon Custer.


Na década de 1940 o público comprovou seu talento ao assistir filmes como, Só Resta Uma Lágrima (To Each His Own), 1946; Espelhos D´Alma (The Dark Mirror), 1946; Champanhe para Dois (The Well-Groomed Bride), 1946; A Cova da Serpente (The Snake Pit), 1948,  e Tarde Demais (The Heiress), 1949.


Ela era irmã da também atriz Joan Fontaine.


Recebeu dois Oscar  de Melhor Atriz em sua carreira. Em 1946, interpretando Srta, Josephine "Jody" Norris, em Só Resta uma Lágrima; e por interpretar Catherine Sloper, em Tarde Demais, de 1949, onde contracenou com Montgomery Clift. Por Tarde Demais ela ainda ganharia o Globo de Ouro de melhor atriz em filme dramático.


Desde 1953, Olivia de Havilland reside na França. Vez ou outra faz aparições públicas, inclusive dando depoimentos sobre ... E o Vento Levou. Em 09 de setembro de 2010, Olivia recebeu do presidente da França, Nicolas Sarkozy, a Legião da Honra, a mais alta condecoração francesa. Na ocasião, Sarkozy disse que ela honrava os franceses por ter escolhido morar lá.

Ela também é uma das poucas estrelas dos anos 30, ou a única, ainda viva.

Olivia de Havilland também honra o cinema com sua brilhante carreira.



Maio de 1939.
pt.wikipedia.org/




Com Errol Flyn.
A Carga da Brigada Ligeira, 1936.

www.benficanet.com




Com Errol Flyn, As Aventuras de Hobin Hood, 1938.
http://www.doctormacro.com/



Em Capitão Blood, 1935.
http://www.doctormacro.com/



Como Melanie Hamilton.
... E O Vento Levou, 1939.

http://www.doctormacro.com/




http://www.doctormacro.com/




http://www.doctormacro.com/







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